Aguiar, Joaquim António de (1792-1884)
 

Por ter referendado o decreto de 28 de Maio de 1834, será conhecido como o mata-frades.
Formado em Direito (1815), começa por ser professor em Coimbra, sendo afastado em 1823 e reintegrado em 1826.
Deputado às Cortes de 1826-1828, emigrará depois da belfastada.
Ministro do Reino durante a regência (quando a precoce idade de D. Maria da Glória não lhe permite exercer), de 15 de Outubro de 1833 a 23 de Abril de 1834, assumindo também pasta da Justiça até
24 de Setembro de 1834.
Deputado em 1834-1836.
Ministro da Justiça no governo de Terceira, de 20 de Abril a
10 de Setembro de 1836.
Acusado de alta-traição, em Novembro de 1836, na sequência da belenzada.
Deputado em 1838-1840 (faz então parte da minoria cartista) e em 1840-1842.
Presidente do Ministério, de 9 de Junho de 1841 a 7 de Fevereiro de 1842, acumulando a pasta do Reino.
De novo deputado em 1842-1845 e 1846.
Ministro da Justiça, no governo de Palmela, de 19 de Julho a
6 de Outubro de 1846.
Deputado em 1851-1852.
Volta a
chefiar o governo, de 1 de Maio a 3 de Julho de 1860 e em 1865-1868 (de 4 de Setembro de 1865 a 4 de Janeiro de 1868, o governo da fusão).

Ver anuário: 1833, 1834, 1836, 1841, 1846, 1860, 1865

                   

Projecto CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: 09-05-2007