
1921 Da
falhada alternativa liberal à Noite Sangrenta
Governo
nº 85 (desde 5 de Novembro de 1921)
Carlos Henriques da Silva Maia
Pinto (41
dias). Já é um gabinete semi-outubrista, mobilizando tanto populares como
dissidentes democráticos. Manuel
Maria Coelho demitira-se para evitar uma intervenção militar estrangeira,
dados que vários governos europeus temiam a hipótese de uma revolução bolchevista
em Portugal.
Na
presidência e no interior, Carlos Henrique da Silva Maia Pinto (1886-1932).
Na justiça, Vasco Guedes de Vasconcelos. Nas finanças, Francisco Xavier Peres
Trancoso. Na guerra, João Evangelista Pinto de Magalhães, desde 14 de Novembro.
Na marinha, João Manuel de
Carvalho. Nos negócios estrangeiros, Alberto da Veiga Simões. No comércio,
Vasco Borges. Nas colónias, Tomás Fernandes. Na instrução pública, o professor
de liceu Francisco Alberto da Costa Cabral. No trabalho, Torres Garcia (não
toma posse), tendo interinamente assumido a pasta Francisco Xavier Peres
Trancoso. Na agricultura, Antão Fernandes de Carvalho (transita do anterior
gabinete).
Governo de Maia Pinto |
De 5 de Novembro a 16 de Dezembro de 1921 |
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29º governo republicano 15º governo pós-sidonista 2º governo outubrista[1] |
41 dias |
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·Presidente, Carlos Henrique da Silva Maia Pinto, acumula com o interior. ·Na justiça e cultos, Vasco Guedes de Vasconcelos; ·Nas finanças, Francisco Xavier Peres Trancoso; ·Na guerra, João Evangelista Pinto de Magalhães, desde 14 de Novembro. ·Na marinha, João Manuel de Carvalho. Voltará a tal pasta no governo de Cunha Leal, de 16 de Dezembro de 1921 a 6 de Fevereiro de 1922. ·Nos negócios estrangeiros, Alberto da Veiga Simões; ·No comércio e comunicações, Vasco Borges. Foi ministro da instrução de António Maria Baptista/ Ramos Preto (8 de Março a 26 de Junho de 1920; também interino dos estrangeiros de 30 de Abril a 26 de Junho). Será ministro do trabalho de António Maria da Silva (de 6 de Fevereiro de 1922 a 30 de Novembro de 1922); e do comércio também de António Maria da Silva (de 30 de Novembro a 7 de Dezembro de 1922); dos negócios estrangeiros, de Domingos Pereira (de 1 de Agosto a 17 de Dezembro de 1925); ministro dos estrangeiros de António Maria da Silva (de 17 de Dezembro de 1925 a 30 de Maio de 1926). Apoiará o 28 de Maio e colaborará com Salazar. ·Nas colónias, Tomás Fernandes. ·Na instrução pública, o professor de liceu Francisco Alberto da Costa Cabral. Será ministro do trabalho de Domingos Pereira em 1925. ·No trabalho, Torres Garcia (não tomou posse), tendo interinamente assumido a pasta Francisco Xavier Peres Trancoso. ·Na agricultura, Antão Fernandes de Carvalho (transita do anterior gabinete). |
Novembro de 1921 ·Governo tem um cariz semi-outubrista, mobilizando militantes partidários populares e dissidentes democráticos. Maia Pinto, filiado nos democráticos, tinha sido ministro das colónias no governo de Coelho. ·Em 6 de Novembro, dissolução parlamentar, sendo marcadas eleições para 11 de Dezembro, depois de consulta aos partidos. Dezembro de 1921 |