Respublica Repertório Português de Ciência Política Edição electrónica 2004 |
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| Políticos Portugueses Contemporâneos | |||||||||
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Aguiar, Joaquim (n. 1947) Politólogo português. Estuda economia no Porto e em Lisboa. Colaborador do Gabinete de Investigações Sociais (1969-1974) e da entidade que lhe sucedeu, o Instituto de Ciências Sociais (desde 1975). Jornalista no Tempo Económico e no Expresso. Influenciado pelos modelos norte-americanos, destaca-se pela divulgação da matéria nos principais meios de comunicação social portugueses, nomeadamente no Expresso. Conselheiro político do primeiro-ministro do VI Governo Provisório (1975-1976) e de vários presidentes da república (1976-1996), é também o analista político habitual a que recorrem as grandes associações patronais portuguesas. |
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Almeida, Leonardo Ribeiro de
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Alegre de Melo Duarte, Manuel Poeta. Secretário de Estado Adjunto de Mário Soares de 23 de Julho de 1976 a 9 de Dezembro de 1977. |
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Amaral, Diogo Freitas do (n. 1941) Fundador e presidente do CDS, chega a presidente da UEDC. Director da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Fundador do CDS em 1974, quando era membro do Conselho de Estado. Apoia governo presidido por Mário Soares no primeiro semestre de 1978. Fundador da Aliança Democrática em 1979, ministro dos estrangeiros em 1980, no governo presidido
por Sá Carneiro. Vice-primeiro ministro e ministro da defesa no III e último governo da AD (de 4 de Setembro de 1981 a 19 de Dezembro de 1982), influenciando a revisão constitucional e a nova lei de defesa nacional. Demite-se da presidência do CDS em 29 de Dezembro desse ano. Candidata-se a
presidente da república, sendo derrotado por Mário Soares em 16 de Fevereiro de 1986. |
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Amaral, João António do (n. 1943)
Licenciado em Direito. Deputado à A.R., pelo PCP, na 4.ª Sessão Legislativa da I Legislatura e nas III, IV, V, VI, VII e VIII Legislaturas. Vice-Presidente da Assembleia da República na VIII Legislatura. Assume, desde o XV Congresso do PCP, uma postura abertamente crítica quanto à linha estratégica suicidária seguida pelo seu partido, cuja influência social e eleitoral mingua exponencialmente. Devido a esta conduta, fraccionista, no entender da direcção, acaba por ser saneado das listas de candidatos às legislativas antecipadas de 17 de Março de 2002. |
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Amaral, João Bosco Mota (n. 1943)
Licenciado em direito por Lisboa em 1965. Deputado do marcelismo em 1969 e 1973. Militante do Opus Dei. Fundador do Partido Popular Democrático. Presidente do Governo regional dos Açores desde 1976.
Mestre em Direito pela Universidade de Lisboa (1998). |
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Amaral, Joaquim Ferreira do (n. 1945)
Amaral, Joaquim Ferreira do Amaral Joaquim Martins Ferreira do De 1991-10-31 até 1995-10-28Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações do XII Governo ConstitucionalDe 1990-04-24 até 1991-10-31Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações do XI Governo ConstitucionalDe 1987-08-17 até 1990-04-24Ministro do Comércio e Turismo do XI Governo ConstitucionalDe 1984-10-17 até 1985-07-12Ministro do Comércio e Turismo do IX Governo ConstitucionalDe 1983-06-18 até 1984-10-17Secretário de Estado do Turismo do IX Governo ConstitucionalDe 1981-01-12 até 1981-08-14Secretário de Estado da Integração Europeia do VII Governo ConstitucionalDe 1979-08-07 até 1979-12-27Secretário de Estado das Indústrias Extractivas e Transformadoras do V Governo Constitucional
Engenheiro Mecânico.
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Amaral Luís Fernando Mira De 1991-10-31 até 1995-10-28Ministro de Indústria e Energia do XII Governo ConstitucionalDe 1987-08-17 até 1991-10-31Ministro da Indústria e Energia do XI Governo ConstitucionalDe 1985-11-06 até 1987-08-17Ministro do Trabalho e Segurança Social do X Governo Constitucional
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Amorim, Fernando Pacheco de Um dos conspiradores da Revolta da Melhada de 1946. Em 1962 assume-se como um combatente pelo integracionismo, insurgindo-se contra a política de autonomia, então protagonizada pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira. Distancia-se também da perspectiva adoptada por Cunha leal. Em 19171 é um dos ferozes críticos da política assumida por Marcello Caetano no plano das autonomias ultramarinas. Um dos inspiradores ideológicos da direita universitáriacoimbrã na primeira metade da década de setenta. É em 1974 presidente do Movimento Federalista e, depois, do Partido do Progresso, proibido e perseguido depois do 28 de Setembro de 1974 •Três Caminhos de Política Ultramarina Coimbra, 1962. •Da Lei Orgânica do Ultramar Coimbra, 1962. •Unidade Ameaçada. O Problema Ultramarino Coimbra, 1963. •Na Hora da Verdade. Colonialismo e Neo-Colonialismo na Proposta de Lei de Revisão Constitucional Coimbra, 1971. •Portugal Traído 1975
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Antunes, Melo (1933-1999)
O líder intelectual do MFA. Ministro sem pasta em vários governos provisórios e Conselheiro da Revolução. Inspirador do chamado Grupo dos Nove. Adere ao PS em Outubro de 1991. |
Arcanjo Marques da Costa Maria Manuela de Brito De 1999-10-25 até 2001-07-03Ministro da Saúde do XIV Governo ConstitucionalDe 1995-10-30 até 1998-03-19Secretário de Estado do Orçamento do XIII Governo Constitucional
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Azevedo, Belmiro Mendes de (n. 1938) Engenheiro pelo Porto, desde 1963. Quadro da SONAE do grupo Pinto Magalhães, desde 1965 e administrador-delegado do mesmo de 1967 a 1984. Accionista maioritário desde 1985, assume a presidência da mesma entidade a partir de 1989, um dos principais grupos económicos portugueses
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Azevedo, Pinheiro de Azevedo, José Baptista Pinheiro (1917-1983) Comandante dos fuzileiros em 1974, integra a Junta de Salvação Nacional surgida do movimento do 25 de Abril de 1974. Chefe do Estado Maior da Armada durante o processo revolucionário. Depois da queda do V Governo Provisório de Vasco Gonçalves, assume o cargo de Primeiro-Ministro. Candidato a Presidente da República em 1976, derrotado pelo General Ramalho Eanes. Depois disso, é presidente do Partido da Democracia-Cristã. Militar, sem grande formação ideológica, foi considerado próximo dos comunistas, mantendo-se na Junta de Salvação Nacional depois do 28 de Setembro de 1974, apenas acompanhado por Costa Gomes e por Rosa Coutinho, então em Angola. E são os três que designam como Presidente da República Costa Gomes, depois da renúncia de Spínola. Já em 1975, em pleno Verão Quente, passa a linhar com o Grupo dos Nove e a defender posições próximas do PS. O respectivo governo vai viver os acontecimentos do 25 de Novembro, assistir à promulgação da Constituição e promover as primeiras eleições legislativas e presidenciais. Um dos seus conselheiros políticos directos é Joaquim Aguiar.
Almirante. |