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Francisco I, Valois, rei de França (1515-1547)
Henrique VIII, Tudor,
rei de Inglaterra (1509-1547).
Carlos I de Espanha, imperador do Sacro Império (como Carlos V); rei de
Aragão a partir de 1516; regente de Castela em nome da mãe entre 1516 e
1555 e rei de jure entre 1555 e 1556; unifica as duas coroas e torna-se
o primeiro rei de Espanha (1555-1556)
Segismundo
ou Zygmunt
I, o Velho, Jagelão, rei da Polónia (1506-1548)
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Papa Paulo
III (1534-1549) |
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Tratado de
Toledo entre
Carlos V e Francisco I, contra a Inglaterra (12 de Janeiro).
Congresso da
Liga de Smalkalde em Frankfurt.
Hernando de
Soto viaja
pelo Mississipi e chega à Florida (30 de Maio).
Khair-el-Din
assalta Castelnuovo, vencendo Andrea Doria.
Parlamento
inglês aprova The Six Articles (Maio)
Inácio
de Loiola e Le Fèvre vão a Roma. Organização definitiva da Companhia
de Jesus.
Recomeçam
as perseguições aos protestantes em França.
Calvino
é expulso de Genebra.
Reforma
no Brandeburgo.
Excomunhão
de Henrique VIII.
Armísticio
de Nice
(Aigues-Mortes) entre Francisco I e Carlos V (17 de Junho). Carlos V
conserva o ducado de Milão e Francisco I com a Sabóia.
Cosme
de Medici vence a revolta dos Strozzi em Florença.
Tratado de
Nagyvárad
(24 de Fevereiro). Entre Fernando e os turcos. João Zapolya é
reconhecido como rei da Hungria.
Batalha de
Preveza (28
de Setembro). Armada turca de Suleimão, sob o commando de Hayreddin
Pasha, Barba-roxa, derrota os imperiais, comandados por Andrea Doria.
Turcos
conquistam a Mesopotâmia, o Iémene e Aden.
Batalha de
Las Salinas
(26 de Abril): Almagro é derrotado por Francisco Pizarro.
A
imprensa é introduzida no México. |
Reinado de D.
João III
Início da
actividade da Inquisição em Lisboa. O Cardeal D. Henrique*
é o primeiro Inquisidor-geral.
Corsários
franceses na costa da Guiné.
Mombaça é
destruída pelos portugueses.
Importações de
trigo devido à escassez.
Reforma da Casa
dos Vinte e Quatro.
 Carlos
V,
em 10 de Novembro de 1539, em carta endereçada ao Prior de San
Esteban, de Salamanca, considera, sobre a questão da monarquia
universal, que o debate sobre tais assuntos como nocivo e
escandaloso, determinando que para o futuro os professores e
religiosos estão proibidos de expor ou publicar, em qualquer
forma impressa, as aludidas questões, em tratados, sermões ou
disputas, sem a nossa anterior autorização
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Mercator
desenha a carta do mundo. |