© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

1748: Fim da Guerra de Successão da Áustria e Rei Fidelíssimo

 

Isabel Farnésio

 

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  Século XVI  Linha do Tempo 

 

Jorge II, rei britânico (1727-1760)

 

 Luís XV, rei de França

 

Fernando VI, rei de Espanha (1746-1759)

 
 

Os franceses comandados por Maurício de Saxe conquistam Bruxelas, Maastricht (Abril) e Berg-op-Zoom.

Reacção dos holandeses sob o comando de Guilherme IV de Orange

Fim da guerra de sucessão na Áustria, confirmado pelo tratado de Aix-la-Chapelle.

Tratado de Paz de Aix-la-Chapelle (18 de Outubro), com conversações iniciadas em Breda. Põe fim à guerra da Sucessão da Áustria. Humilhante para a França de Luís XIV. Há explosões de revolta popular em Paris, perante o alinhamento de Paris com a Prússia, enquanto do outro lado temos a Áustria, a Inglaterra e a Rússia.

O pretendente ao trono inglês, Carlos Eduardo é expulso de França. Frederico II garante a posse da Silésia.

O ducado de Parma é atribuído ao segundo filho de Isabel Farnésio*, Fernando, que aí reina até 1802.

Parma Foi em 1545 que Paulo III criou o Ducado de Parma e Plasência, atribuindo-o ao seu filho natural Pier Luigi Farnésio, mantendo-se na família até 1731; uma Isabel Farnésio casa com Filipe V de Espanha e o ducado é atribuído ao filho do casal, Carlos; mas em 1735, quando Carlos se torna rei de Nápoles, Parma passa para os Habsburgos austríacos; em 1748, o ducado é atribuído ao segundo filho de Isabel Farnésio, Fernando, que aí reina até 1802. É depois integrado no Reino de Itália, cujo titular é Napoleão, sendo considerado como o departamento de Taro; em 1814 é restaurado o Grão-Ducado, entretanto atribuído a Maria Luiza que até permanece até à morte, em 1847

 

Paz de Aix-la-Chapelle de 18 de Outubro de 1748, com conversações iniciadas em Breda; a Áustria perde o ducado de Parma, cedido a D. Filipe, segundo filho de Isabel Farnesi; mas é reconhecida a Pragmática Sanção; Luís XIV renuncia às respectivas conquistas; na Itália, os Bourbons de Espanha passam a preponderar

Parma será depois integrado no Reino de Itália, cujo titular é Napoleão, sendo considerado como o departamento de Taro; em 1814 é restaurado o Grão-Ducado, entretanto atribuído a Maria Luiza que até permanece até à morte, em 1847

O Milanês e a Toscana são atribuídos aos austríacos; nas Duas Sicílias reinam os Bourbons de Espanha, que também acumulam com Parma, Placência e Guastalla; a França consegue o protectorado de Génova e Modena e mantêm os Estados papais no centro; Veneza continua independente e a Casa de Sabóia reforça-se, com o Piemonte, a Sardenha e Montferrat.

 

 Reinado de D. João V

Edicto de D. João V sobre os privilégios dos Ministros Estrangeiros e a proibição de se buscar asilo nas respectivas residências (11 de Dezembro)

"Motu-Proprio" de Bento XIV, concedendo a D. João V e seus sucessores o título e denominação de Fidelíssimo (23 de Dezembro).

Cinco navios de guerra partem para a Índia (1 de Abril).

Criada a Capitania do Mato Grosso.

Manufactura de vidros de Coina é transferida para a Marinha Grande.  
Emmanuel Joseph, Abade de Sieyes (1748-1836)ö1788.

 

Montesquieu, De L'Esprit Des Lois

 

Mably, Droit Public de l'Europe fondé sur les traités, 2 vols., Genebra.

 

D. Luís da Cunha redige o seu Testamento Político (1747-1749).

 

Cândido Lusitano, Arte Poética.

Descoberta das ruínas de Pompeia (6 de Abril). 
© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009