Hunos
chegam ao Danúbio (410).
Constantino
I reestabelece
a autoridade romana na Gália (411). Tem acção enérgica o general
Constâncio, futuro imperador.
Visigodos
na Gália do Sul (412).
Burgúndios
no Reno (413).
O
visigodo Ataúlfo casa com Galla Placidia (390-450)*, uma
meia-irmã do imperador Honório (414). Tinha sido capturada pelos
visigodos em 402. Há-de voltar a casar, em 417, com o Imperador
Constâncio III.
Visigodos,
comandados por
Alarico, ocupam Roma durante três dias (24 de Agosto de 410, dia de
S. Bartolomeu).
O vencedor da
pilhagem não obtém qualquer vantagem e não tarda que os Visigodos
sejam obrigados a recuar para a Gália (410-412).
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Ataúlfo
sucede a Alarico I, seu cunhado (410-415), como rei dos visigodos.
Estabelece-se no sul da Gália e coloca-se ao serviço de um
usurpador, Jovino.
Suevos,
Vândalos e Alanos
fixam-se no território que é hoje Portugal (411). Repartição de
influências estabelecida por um acordo entre os inavsores e o
imperador Honório.
Os visigodos
chegam à Península Ibérica, assim se desviando de Itália, onde volta
a ser marcante a autoridade papal (414-415). Os Romanos
estavam em luta com os Silingos e pediram o auxílio dos Visigodos.
 Morte de
Ataúlfo, assassinado pelos membros do partido inimigo de Roma.
Sucedem-lhe, primeiro, Sigerico (415) e, depois, Vália
(415-419).
Visigodos
estabelecem um foedus com o Império Romano e ficam
acantonados na Aquitânia, entre Bordéus, Agen e Poitiers, bem como
em Toulouse (418)
Reino
visigótico de Toulouse. Teodorico I, rei dos visigodos
(419-451). Estabelece a sua capital em Toulouse, dominando um
território que vai do Loire ao Garona. Vive em guerra com os Romanos
entre 425 e 436.
Lutas entre
Suevos
e Vândalos, com os Romanos
a apoiarem os primeiros (419). |
O papel começa
a substituir o papiro (410)
Começa a
pregação de Pelágio em África (411).
Cirilo,
patriarca de Alexandria (412-444). Está contra Nestor, patriarca de
Constantinopla.
Cidade de
Deus de
Santo Agostinho (413-426)
Paulo Orósio,
História, ou Historiarum adversum paganos libri VII
(416). No ano de 414, Orósio, clérigo de Braga, vai a Hipona para se
encontrar com Santo Agostinho. Apresenta-lhe um memorial dos erros
que grassavam na Galiza, contra o priscilianismo. Assiste ao sínodo
de Jerusalém de Julho de 415, onde compareceu Pelágio, redigindo um
trabalho contra a nova heresia. No ano seguinte regressa a Hipona.
Baquiário,
presbítero de Braga, escreve a obra De fide, com uma
retratação do priscilianismo.
Papa S.
Zózimo;
grego (417-418). Condena Pelágio.
Papa
S. Bonifácio I
(418-422). Tem de enfrentar o antipapa Símaco. |