© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

 460-469: Suevos tornam-se arianos. Eurico

 

Eurico

 

380-389 390-399 400-409 410-419 420-429 430-439 440-449 450-459 460-469   470-479 480-489 490-499

 

Séculos Antes de Cristo Linha do Tempo   Séculos VI a X

    
Fundada a cidade de Veneza (461).

Guerra do Império do Oriente com os Ostrogodos (461).

Severo III, imperador do Ocidente (461-465). Segue-se interregno de dois anos.

Burgúndios no vale do Reno (463).
 

Antémio, imperador do ocidente (467-472). Quem realmente manda é o patrício Ricimero, um descendente do rei visigodo Wália.

Derrota do Imperador Leão I contra os vândalos (468). 
Falha última tentativa sueva para a conquista de Lisboa (461).

Remismundo, rei dos Suevos, faz-se ariano (464-469). Reunifica o reino, depois de anarquia.

Conimbriga devastada pelos Suevos (465).

Bispo ariano Ajax faz pregação ariana, levando os Suevos a aderir à heresia (466).

Reino visigótico independente na Hispânia e no sul da Gália. Reinado de Eurico*, comandando um reino visigótico com a capital em Toledo (466-484). Um devotado ariano que impõe essa forma de cristianismo.

Galaico-Romanos de Tui pedem auxílio a Eurico, contra os Suevos (466). Eurico passa a dominar grande parte do sul da Galécia, a Lusitânia e a Tarraconense (468-476). Conquista a Provença (468).

O Suevo Remismundo conquista Conimbriga (468) que perde importância e a população aí instalada transfere-se para a actual cidade de Coimbra.

Os Suevos dominam Lisboa, depois da entrega da cidade por Lusídio, o governador romano (469).

Eurico vence os Romanos em Déols (469). 
Morte de São Patrício (461).

Idácio, um bispo romano, natural da Galaecia, escreve Continuatio Chronicorum Hieronymianorum. Terá sido preso em 460 por Frumário, capitão dos Suevos.

Papa S. Hilário (461-468). De Cagliari. Dá o nome de monarquia à supremacia papal.

Papa S. Simplício (468-483). Di Tivoli. Assiste à queda do Império Romano do Ocidente. Disputa, então, a supremacia com o patriarca Acácio, de Constantinopla.

Cassiodoro (468-554): visto Deus permitir que haja muitas religiões, não ousamos tomar sobre nós o prescrever qualquer delas, pois lembra-nos ter lido que é preciso servir Deus voluntariamente, e não por ordem dos superiores. 
 

© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009