Fundada a
cidade de Veneza (461).
Guerra do
Império do Oriente com os Ostrogodos
(461).
Severo III,
imperador do Ocidente (461-465). Segue-se interregno de dois anos.
Burgúndios no
vale do Reno (463).
Antémio,
imperador do ocidente (467-472). Quem realmente manda é o patrício
Ricimero, um descendente do rei visigodo Wália.
Derrota do
Imperador Leão I contra os vândalos (468). |
Falha última
tentativa sueva para a conquista de Lisboa (461).
Remismundo,
rei dos Suevos,
faz-se ariano (464-469). Reunifica o reino, depois de anarquia.
Conimbriga
devastada pelos
Suevos (465).
Bispo ariano
Ajax faz pregação ariana, levando os Suevos
a aderir à heresia (466).
Reino
visigótico independente na Hispânia e no sul da Gália. Reinado de
Eurico*, comandando um reino visigótico com a capital em Toledo
(466-484). Um devotado ariano que impõe essa forma de cristianismo.
Galaico-Romanos
de Tui pedem auxílio a Eurico, contra os Suevos
(466). Eurico passa a dominar grande parte do sul da Galécia, a
Lusitânia e a Tarraconense (468-476). Conquista a Provença (468).
O Suevo
Remismundo conquista Conimbriga (468) que perde importância e a
população aí instalada transfere-se para a actual cidade de Coimbra.
Os Suevos
dominam Lisboa, depois da entrega da cidade por Lusídio, o
governador romano (469).
Eurico vence os
Romanos
em Déols (469). |
Morte
de São Patrício (461).
Idácio,
um bispo romano, natural da Galaecia, escreve Continuatio
Chronicorum Hieronymianorum. Terá sido preso em 460 por
Frumário, capitão dos Suevos.
Papa
S. Hilário
(461-468). De Cagliari. Dá o nome de monarquia à supremacia
papal.
Papa
S. Simplício
(468-483). Di Tivoli. Assiste à queda do Império Romano do Ocidente.
Disputa, então, a supremacia com o patriarca Acácio, de
Constantinopla.
Cassiodoro
(468-554): visto Deus permitir que haja muitas religiões, não
ousamos tomar sobre nós o prescrever qualquer delas, pois lembra-nos
ter lido que é preciso servir Deus voluntariamente, e não por ordem
dos superiores. |