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Francisco I, Valois, rei de França (1515-1547)
Henrique VIII, Tudor,
rei de Inglaterra (1509-1547).
Segismundo
ou Zygmunt
I, o Velho, Jagelão, rei da Polónia (1506-1548)
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Papa Paulo
III (1534-1549)
Carlos I de Espanha, imperador do Sacro Império (como Carlos V); rei de
Aragão a partir de 1516; regente de Castela em nome da mãe entre 1516 e
1555 e rei de jure entre 1555 e 1556; unifica as duas coroas e torna-se
o primeiro rei de Espanha (1555-1556)
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Carlos V lança
uma ofensiva contra a Liga, vencendo em Muhlberg (24 de
Abril).
Dieta de
Augsburgo (Setembro).
Ruptura entre
Carlos V e o papa Paulo III.
Maurício,
duque do Saxe desde 1541, é feito eleitor. Até 1553. Aliado de Carlos V.
Imperador e
Sultão chegam a acordo. O primeiro contenta-se com o controlo da
parte ocidental da Hungria, mas em troca de um grande tributo anual.
Morte de
Henrique VIII (28 de Janeiro). Sucede-lhe Eduardo VI
(1547-1553), filho de Joana Seymour, quando se funda a Igreja
Anglicana.
O Conselho de
Regência é dominado por Edward Seymour, duque de Somerset, tio de
Joana, mãe de Eduardo VI.
Escoceses
derrotados pelos ingleses.

Morte de
Francisco I (31 de Março), sucedendo-lhe Henrique II, Valois*,
como rei de França (1547-1559), casado com Catarina de Medicis.
Ivan IV
é coroado, assumindo o título de czar. |

Reinado de D.
João III
Nomeação de
Pedro Nunes como cosmógrafo-mor.
Fundação do
Colégio das Artes de Coimbra, com André de Gouveia Em 1565 será
entregue aos Jesuítas
Nova bula do
Papa Paulo III, Meditatio Cordis nostri, sobre o
funcionamento da inquisição, de acordo com o modelo espanhol (16 de
Julho). A criação do Santo Ofício é assim autorizada, depois de um
longo processo, desencadeado em 1531, quando se iniciaram
conversações em Roma para o estabelecimento da Inquisição em
Portugal.
Tratado de
paz entre D. João III e o rei de Fez. (25 de Junho)
D. Diogo, rei
do Congo, tenta colocar o seu país na directa dependência do Papa.
D. João III decide mandar para o Congo os jesuítas.
D. Diogo de
Meneses conquista a cidade de baroche, na costa de Cambaia.
D. João de
Castro, depois de reconstruir a fortaleza de Diu, regressa a Goa,
sendo nomeado como 4º vice-rei da Índia.
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Cervantes
(1547-1616)
Justus
Lipsius
(1547-1606)ö1591.
Domingo de
Soto,
De natura et gratia,
Veneza.
Publicação de
Prohibição dos livros defesos, o primeiro Índice de livros
proibidos pela Inquisição (28 de Outubro). Cerca de 160 obras.
Francisco de
Morais,
Palmeirim de Inglaterra. Edição castelhana. Aparece em português
em 1567. Retoma um primeiro Palmeirim de Oliva, de Castela,
do ano de 1511.
Álvaro da
Fonseca, reitor da Universidade de Paris.
John Knox
começa a sua pregação protestante.
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Em
1547, um funcionário chinês, Lam Hei-Yuen, refere, sobre Macau: os
portugueses não invadiram as nossas fronteiras, não mataram a nossa gente,
não nos roubaram e os chineses desejam comerciar com eles. Talvez a
partir de 1549, segundo cronistas chineses, se tenham começado a fixar
portugueses nessa foz do Rio das Pérolas. Mas só em 1557 é que Leonel de
Sousa obtém das autoridades chinesas permissão para o efeito. E por lá vão
vivendo 900 almas, sem chefe nem lei especial. Em 1563 chegam os três
primeiros jesuítas; em 1568 surge a primeira cerca muralhada; no ano
seguinte, já com 5 000 almas surge uma misericórdia e um hospital; em 1571,
a primeira escola; em 1573, a primeira fronteira, a porta do limite ou do
Cerco; em 1576, já temos bispado. Só depois vem o rei. Que em 1580 envia o
primeiro ouvidor e em 1583 institui um Senado, ao mesmo tempo que a
povoação passa a cidade que em 1584 passa a depender do Vice-rei
da Índia. Depois, em 1585, vendo os moradores ... ir a povoação em grande
crescimento sem nela haver nenhum modo de Câmara nem governo no ano de 1585
se ajuntaram e com o parecer do Bispo e Capitão de terra ordenarão que Macau
se pozesse em ordem de governo, como as cidades do Reino, e do Estado da
Índia e conforme a ordenação elegerão juízes e vereadores, Procurador da
Cidade e Escrivão da Câmara. Aí temos em como um assentamento
feito comunidade precede o governo. Onde a assembleia
está antes do executivo. Onde o concelho é anterior à
câmara. O poder distante apenas conforma aquilo a que localmente
já se dera matéria.
© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008
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