

Despenalizado o aborto em Espanha (2 de Fevereiro)
Grande ofensiva iraniana contra o Iraque (7 de Fevereiro)
Na Checoslováquia é libertado Vaclav Havel (7 de Fevereiro)

Israel: Ariel Sharon demite-se do cargo de ministro da defesa de Israel,
acusado dos massacres de Shatila e Sabra (14 de Fevereiro). Segue-se a do próprio Menahem Begin (15 de Setembro), a quem
sucede Ytzhak Shamir (10 de Outubro).
Distúrbios na Índia entre nepaleses e gentes oriundas do Bangla Desh,
com cerca de 4 000 mortos (15 de Fevereiro)
Abdou Diouf eleito presidente do Senegal (25 de Fevereiro). Estamos num ano de grande seca, com a consequente crise das subsistências, obrigando à importação de arroz.
Surge o CD (disco compacto), com leitor de raio laser (28 de
Fevereiro)

A Comissão apresenta ao Conselho Europeu um Livro Verde sobre o
futuro financiamento da Comunidade (7 de Fevereiro)

Novas lideranças do pós-AD. V Congresso do CDS (20 de Fevereiro). Lucas Pires novo Presidente do partido num Congresso realizado em Lisboa no Teatro Maria Matos. X Congresso do PSD em Montechoro (dias 25 a 27 de Fevereiro). Balsemão é substituído por uma direcção colegial. Nuno Rodrigues dos
Santos torna-se presidente e uma troika, constituída por Nascimento Rodrigues, Eurico de Melo e Mota Pinto, dá assessoria à veneranda liderança moral do velho maçon liberal. Sinais doutrinários do eanismo: Emitido o manifesto Para um aprofundamento da democracia (15 de Março).
Subscrevem-no Henrique de Barros, Medeiros Ferreira, Manuela Silva e Maria de Lurdes Pintasilgo.
Greves da CP, Carris e Metro (8 de Fevereiro).
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síntese do ano