
Itália: demitido o presidente da república, Giovanni Leone,
envolvido no escândalo Lockheed (15 de Junho)
Irão: ayatollah Khomeini, no exílio iraquiano, há 15 anos, apela
ao derrube do Xá (18 de Junho)
Colômbia: eleito presidente o liberal César Ayala (4 de Junho)
Argentina* ganha o campeonato mundial de futebol (25 de Junho)
Nicarágua: edm Junho os sandinistas
chegam a acercar-se da capital, mas o bombardeamento aéreo das forças
leais ao regime, com cerca de 10 000 mortos, obriga-os a uma retirada
para o norte. Em 15 de Julho os
norte-aemricanos chegam a um acordo com os guerrilheiros, que prometem
um cessar-fogo depois da retirada de Somoza, que parte para o exílio em
17 de Julho. No dia 20 de Julho de já se dá a entrada
triunfal dos sandinistas em Manágua.

CEE: Conselho decide abrir negociações com Portugal (6 de Junho)

Manifestação de vários grupos da direita não parlamentar, ditos nacionalistas, em Lisboa. Incidentes com a polícia fazem um morto (10 de Junho).
Comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Sessão solene em Portalegre (10 de Junho).
Prisão de Carlos Antunes e Isabel do Carmo, dirigentes do PRP (20 de Junho)
Eanes encontra-se em Bissau com Agostinho Neto (24 de Junho), assinando-se um Acordo Geral de Cooperação
Opções Inadiáveis Surge o grupo das Opções Inadiáveis, uma quase dissidência do PSD que se assume como não seguidista face à acutilância anti-sistémica de Sá Carneiro (29 de Junho).
Os nacionais-revolucionários – Em Junho, José Miguel Júdice, ainda não liberto totalmente da nebulosa criativa do espaço dito nacional-revolucionário, que glosa José António Primo de Rivera, edita Portugal à Deriva nas edições do Templo, dirigidas por Luís Sá Cunha e José Valle de
Figueiredo.