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Paz
entre a Suécia e a Dinamarca. Tratado de Bronsebro. Suecos
obtêm vitórias na Boémia e na Áustria. Passam a dominar Jamtland, a
norte.
Franceses
vencem os imperiais em Nordlingen (3 de Agosto).
Exército
do parlamento, o novo exército modelo, organizado e comandado
por Crowell, vence as tropas de Carlos I em Naseby (14 de
Junho). Distingue-se o
general Thomas Fairfax, o comandante dos parlamentaristas.
Colonos
russos chegam ao Pacífico.

Czar
Aleksi I (1645-1676)*. Filho de Mikhail Romanov.
Conquista
otomana de Creta (1645-1669).
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Reinado de D. João IV
Cortes de
Lisboa (fim
do ano). Novos sacrifícios por causa da guerra.
Epidemia de
peste vinda de África. A chamada peste do Algarve (1645-1650).
Colégio
da Companhia de Jesus em Elvas.
Nova
embaixada a Roma.
Marquês
de Leganés vence Matias de Albuquerque em Vila Viçosa. Os
espanhóis regressam a Badjoz e são, entretanto, chamados para
combater a revolta da Catalunha.
Insurreição
Pernambucana
contra os holandeses, a partir de Junho. Vitória na batalha do
Monte das Tabocas, com acção do chefe índia Camarão e do mestiço
Henrique Dias (de 13 de Junho a 3 de Agosto). Reconquista de
Sergipe, Rio S. Francisco, Porto Calvo e Napareth. Um dos
organizadores da revolta é o madeirense João Fernandes Vieira,
antigo colaborador dos holandeses, em nome da liberdade divina,
que ele invoca em carta conspiratória de 15 de Maio.
Abandono da
Fortaleza de Solor.
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Jean La Bruyère
(1645-1694).
Morte de
Grócio.
Luís de
Camões, primeira edição de El-Rei Seleuco.

António de
Sousa de Macedo,
Lusitania Liberata ab injusto Catellanorum dominio,
Londres,
Richard Heron, 1645
D. Francisco
Manuel de Melo,
Eco Polytico. Responde Em Portugal A La Voz De Castilla Y
Satisface A Un Papel Anónymo, Offrecido A El-Rey Don Felipe El
Quarto, Sobre Los Intereses De La Corona Lusitana, Lisboa
Frei
Francisco de Santo Agostinho de Macedo,
Philippica Portuguesa Contra La Invectiva Castellana, Lisboa.

Padre
António Vieira,
Sermão pelo Bom Sucesso Das Nossas Armas.
João Pinto
Ribeiro,
Preferência
das Letras às Armas.
Baltasar Teles,
Crónica da Companhia de Jesus, 1645-1647.
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