1846  Maria da Fonte, Emboscada e Patuleia

1847  Da Convenção do Gramido ao cabralismo sem Cabrais

1848  O ano de todos os ismos – A chegada dos republicanos e dos carbonários

1849  Costa Cabral volta a controlar o governo

 

Governo nº 20 (desde 6 de Outubro) Saldanha (987 dias, durante cerca de trinta meses). Saldanha, regressado da embaixada de Viena em 23 de Julho seguinte, logo se passou para o cabralismo e, com o apoio do Paço, promove o golpe de Estado da emboscada, surgindo um novo governo cabralista sem cabrais. Uma espécie de pequena viradeira, onde, como observa José da Silva Carvalho, mudou o ministério, foram restituídos aos seus comandos os que a revolução havia tirado, tudo permaneceu em sossego, nesse período dos cinzentões maçónicos, desses juízes e generais, quase todos mindeleiros, mas que haviam permanecido na segunda fila do processo devorista, devorando, mas não governando.

Presidente acumula a guerra e interinamente os estrangeiros. Marcelino Máximo de Azevedo e Melo, visconde da Oliveira, no reino (até 28 de Abril de 1847) e na fazenda, até 13 de Outubro de 1846. José Jacinto Valente Farinho nos negócios eclesiásticos e justiça (até 28 de Abril de 1847). D. Manuel de Portugal e Castro, na marinha e ultramar (até 28 de Abril de 1847). Visconde da Carreira nos estrangeiros, que não assume as funções, sendo substituído imediatamente por Saldanha (estava ministro plenipotenciário em Paris).

Um governo marcado por sucessivas recomposições ministeriais que eram verdadeiros balões de oxigénio com os quais Saldanha procurava não já fortalecer-se no poder, mas apenas conservá-lo até ao momento de o poder transmitir ao Conde de Tomar, dado que o chefe do governo se mostrou sempre desejoso de conciliação, e , se não foi perseguidor, tornou-se efectivamente incapaz.

Em 13 de Outubro: Visconde de Algés, José António Maria de Sousa Azevedo na fazenda, até 20 de Fevereiro de 1847. O novo ministro, segundo Silva Carvalho, até queria darGoa a Inglaterra para que ela nos fizesse um bom donativo de dinheiro

Em 4 de Novembro: José António Maria de Sousa Azevedo, Visconde de Algés na guerra, mantendo-se na fazenda. D. Manuel de Portugal e Castro nos estrangeiros.

  Remodelação – Em 29 de Janeiro de 1849: António Roberto de Oliveira Lopes Brancoö (1808-1889) na fazenda; José Joaquim Januário Lapa na guerra; José Marcelino de Sá Vargas (1802-1876) na justiça, até 18 de Junho de 1849.

Lopes Branco – Homem sem princípios fixos, isto é, homem de ganhar, pois tem pertencido a todos os partidos (Lavradio, referindo-se ao novo ministro da fazenda, Lopes Branco, que era deputado da oposição ao cabralismo, mas que, depois de ofender-se com o governo de Palmela , passou a seguir Saldanha depois de 6 de Outubro de 1846. Agora aparece ligado a Costa Cabral, substituindo Joaquim José Falcão, depois deste não conseguir arrematar dois terços do rendimento da Alfândega das Sete Casas e do Imposto do Pescado ao grupo do conde de Farrobo e de Vicente Gonçalves Rio Tinto, numa operação que recebeu acusações de fraude e concussão.

Nova mudança – Em 3 de Maio: Barão de Vila Nova de Ourém, saldanhista, na marinha

 

 

 

  Governo anterior

Governo posterior  

 

Governo de Saldanha

De 6 de Outubro de 1846 a 18 de Junho de 1849

987  dias. Trinta meses.

3º governo da restauração da Carta

Promove as eleições de 11 de Outubro de 1847

·Presidente acumula a guerra e Interinamente os estrangeiros

 

· Marcelino Máximo de Azevedo e Melo, visconde da Oliveira, no reino (até 28 de Abril de 1847)  e na fazenda, até 13 de Outubro de 1846

 

· José Jacinto Valente Farinho nos negócios eclesiásticos e justiça (até 28 de Abril de 1847)

· D. Manuel de Portugal e Castro, na marinha e ultramar (até 28 de Abril de 1847)

 

· Visconde da Carreira nos estrangeiros, que não assume as funções, sendo substituído imediatamente por Saldanha (estava ministro plenipotenciário em Paris)[1]

 

 

·Golpe e governo de Saldanha. A emboscada, com apoio do Paço. Como observava Silva Carvalho mudou o ministério, foram restituídos aos seus comandos os que a revolução havia tirado, tudo permaneceu em sossego (II, pp. 43-53). Em 7 de Outubro, suspensas as garantias constitucionais por 30 dias; a suspensão será prorrogada em 5 de Novembro e 6 de Dezembro. Em 9 de Outubro, declarados sem efeito os decretos de 27 de Julho, considerados contrários à Carta[2]. A reunião das Cortes ficou adiada sine die.

·O governo está completamente dominado pela maçonaria. O visconde da Oliveira, Marcelino Máximo de Azevedo e Melo foi eleito, em 15 de Agosto de 1846, Grande Inspector do Grande Oriente Lusitano. Passou a ser o grão-mestre de facto, na ausência de António Bernardo da Costa Cabral. Para o cargo de grão-mestre chegou a ser convidado o marquês de Fronteira que nem sequer era maçon.

·Em 9 de Outubro, novo decreto eleitoral convoca as Cortes para 2 de Fevereiro de 1848.

Em 13 de Outubro de 1846:

 

· Visconde de Algés, José António Maria de Sousa Azevedo na fazenda, em lugar do Visconde da Oliveira, até 20 de Fevereiro de 1847

·Em 10 de Outubro começa a sublevação no Porto. Terceira que tinha sido enviado à cidade como lugar-tenente da rainha, foi logo preso. No dia 11, o conde das Antas, vindo de Braga assume o comando militar da revolta. Preside à Junta e etem José Passos como vice-presidente. Circulam manifestos a revolução do Minho, a revolução mais gloriosa da nação Portuguesa foi traída pela Soberana.

Surgem guerrilhas por todo lado. O governo e a banca juntos tentam armar gente, mas só conseguem 3 000 homens sob o comando de D. Fernando.

Canta-se:

Eia avante! Eia avante!

Eia avante! Não temer!

Pela santa liberdade,

Pelejar até morrer!

Segundo Oliveira Martins, esta gente ... chamada à revolta sentia pulsar-lhe nas veias o antigo sangue de nómadas barbarescos, de bandidos históricos, serranos guerreiros: não os minhotos, mas os transmontanos, os beirões, os estremenhos, e toda a população transtagana (PC, II, p. 179)

Em 4 de Novembro de 1846

·José António Maria de Sousa Azevedo, Visconde de Algés substitui Saldanha na guerra, mantendo-se na fazenda

 

·D. Manuel de Portugal e Castro nos estrangeiros, em lugar de Saldanha

·Logo em 13 de Outubro Saldanha pede a Intervenção das potências da Quádrupla Aliança, alegando o surgimento de uma revolta miguelista. Espanhóis mandam logo um corpo de intervenção para as fronteiras. Cabral era embaixador em Madrid. Londres, com Palmerston diz não haver miguelistas e impede a intervenção espanhola. Como salienta Oliveira Martins, PC, II, p.171, Nós, em casa, evidentemente não tínhamos força para nos governarmos; e depois de doze anos de liberdade, o Portugal novo achava-se, como o antigo se achara, dividido em duas fracções sem que nenhuma tivesse poder bastante para submeter a contrária

·Segundo Silva Carvalho, J. António Maria de Sousa Azevedo queria dar Goa à Inglaterra para que ela nos fizesse um bom donativo de dinheiro (II, 456)

·Em 4 de Novembro, exércitos da Junta ocupam Santarém. No dia 16 de Novembro, Sá da Bandeira é derrotado em Valpaços pelas tropas do barão do Casal. No dia 20, Sá da Bandeira, quando regressava ao Porto, é atacado pelas guerrilhas miguelistas de Mac Donnel. No Alentejo, os patuleias são comandados pelo general celestino, futuro visconde de Liceira, por Bonfim e pelo conde de Melo. Cartistas no Alentejo são comandados por Schwalbach. Em Novembro, a Espanha, temendo o contágio dos miguelistas, depois de apoiada pela França de Guizot, consegue que os britânicos aceitem o princípio da intervenção em Portugal. Em 4 de Dezembros, os miguelistas atacam Viana do Castelo. Serão dizimados em Braga no dia 31 de Dezembro. Mac Donnel será chacinado em Vila Pouca de Aguiar no dia 30 de Janeiro de 1847. Esquarda cartista, comandada por Soares Franco, bloqueia o Porto.

·Em 22 de Dezembro, Saldanha vence os patuleias em Torres Vedras, destroçando as forças do conde de Bonfim. Cerca de três centenas de baixas entre os patuleias.

·Em 9 de Janeiro de 1847, o general Póvoas nomeado comandante militar das duas Beiras, aliando-se a Sá da Bandeira.

·Sucessivas suspensãoes das garantias constitucionais (decretos de 6 e 27 de Janeiro; 6 de Fevereiro, 6 de Março, 6 de Abril, 6 de Maio e 6 de Junho).

Em 20 de Fevereiro de 1847

· João de Oliveira, conde do Tojal, na fazenda, até 22 de Agosto de 1847

 

· Barão de Ovar, General António da Costa e Silva substitui o Visconde de Algés na guerra[3]

·Comerciantes de Lisboa aplaudem a chegada de Tojal à fazenda. Os funcionários públicos não são pagos desde Outubro. Em 17 de Novembro de 1846, o Banco de Lisboa passa a designar-se Banco de Portugal, depois de fundir-se com a Companhia Confiança

·O exército da Patuleia, comandado pelo conde de Melo, ataca Estremoz em 27 de Fevereiro. Sá da Bandeira, assumindo-se como lugar-tenente da Junta, desembarca no Algarve e inicia marcha para Lisboa. Chega a Setúbal e junta-se às tropas do conde de Melo e às guerrilhas do Sul. Tem como colaboradores Braamcamp e José Estevão (9 de Abril) Tumultos em Lisboa, onde estacionam tropas inglesas e espanholas (11 de Abril). Sá da Bandeira detém-se em Setubal. Perde 500 homens no combate do Alto do Viso. Cartistas comandados pelo conde Vinhais (16 de Abril).

Em 27 e 28 de Abril de 1847

· Tavares de Almeida Proença substitui Marcelino Máximo de Azevedo e Melo no reino (até 22 de Agosto de 1847)[4].

 

· Manuel Duarte Leitão substitui José Jacinto Valente Farinho nos negócios eclesiásticos e justiça (até 22 de Agosto de 1847).

 

· Ildefonso Leopoldo Bayard substitui Ovar na guerra e D. Manuel de Portugal e Castro nos estrangeiros

 

·Conde do Tojal substitui D. Manuel Portugal e Castro, na marinha e ultramar[5]

·Valente Farinho, visconde da Oliveira,  visconde de Algés e D. Manuel Portugal e Castro saem do governo

·Novos tumultos patuleias em Lisboa. Fogem seiscentos presos do Limoeiro. Fome (29 de Abril). Sá da Bandeira, depois do combate do Alto do Viso, aceita armistício (1 de Maio)

Em 3 de Maio de 1847

· Barão da Ponte da Barca, Jerónimo Pereira de Vasconcelos substitui Bayard na guerra

·Esquadra britânica bloqueia o Douro impedindo a saída da esquadra do conde das Antas (27 de Maio). Divisão espanhola ocupa o Porto (3 de Junho). Sá da Bandeira aceita submeter-se (12 de Junho). Convenção do Gramido (24 de Junho). Assinam Loulé e António César Teixeira de Vasconcelos pelas juntas, na presença dos espanhóis general D. Manuel de la Concha, coronel Buenaga e o inglês coronel W. Wylde Como salienta Oliveira Martins, o povo voltava para casa, chorando: chorando assistira à entrada de Concha[6].

Em 22 de Agosto de 1847

Ampla renovação governamental, na sequência da Convenção do Gramido:

 

·António de Azevedo Melo Carvalho, no reino, em vez de Almeida Proença (até 18 de Dezembro de 1847);

 

· Francisco António Fernandes da Silva Ferrão nos negócios eclesiásticos e justiça, onde substitui Leitão (até 18 de Dezembro de 1847); 

 

· Marino Miguel Franzini na fazenda, em vez de Tojal;

 

· Barão de Almofala, brigadeiro Silva Leão, substitui o barão de Ponte da Barca, na guerra, até 8 de Janeiro de 1848;

 

· João de Fontes Pereira de Melo na marinha e ultramar, substituindo o conde do Tojal (até 18 de Dezembro de 1847);

 

· Velez Barreiros, barão da Senhora da Luz, nos estrangeiros, em lugar de Ildefonso Leopoldo Bayard[7]

 

·Depois da Convenção do Gramido, ocorre em 22 de Agosto de 1847 uma ampla renovação do governo. Apenas se mantém o presidente, Saldanha. Segundo as palavras de Lavradio, era o chamado governo lânguido e ambíguo, face à impossibilidade da constituição de um governo forte, como chegou a ser tentado com a integração de Rodrigo da Fonseca e Silva Carvalho. Este governo começou por declara-se imparcial, mas logo tenta formar um terceiro partido, integrando cartistas e setembristas moderados.

·António Bernardo da Costa Cabral regressa do exílio e organiza em Lisboa um centro cartista que tem João Rebelo da Costa Cabral como o principal organizador

·Eleições no dia 1 de Outubro.

 


 

[1] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 223.

[2] Ver António Ribeiro dos Santos, p. 168.

[3] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 262.

[4] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 263

[5] Idem, p. 263.

[6] II, p. 207

[7] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, pp. 264-265.

 

 

Em 18 de Dezembro de 1847:

·Saldanha na presidência, na guerra (onde substitui Almofala) e nos estrangeiros (o barão da Senhora da Luz);

·Gorjão Henriques no reino, onde substitui Melo e Carvalho (até 29 de Março de 1848);

·Joaquim José de Queirós nos negócios eclesiásticos e justiça, em vez de Ferrão;

·Coronel José Joaquim Falcão na fazenda, em vez de Franzini;

·Agostinho Albano da Silveira Pinto na marinha e ultramar, em vez de João Fontes Pereira de Melo[1].

 

·Reorganização do governo na sequência das eleições de 1 de Outubro de 1847.

·Em 8 de Janeiro de 1848, protesto de alguns pares do reino a Guizot, sobre o acto eleitoral.Em 28 de Janeiro de 1848, alguns antigos chefes da Junta do Porto escrevem a Guizot, protestando contra o acto eleitoral[2]. Segundo Fronteira, Queirós era de tanta idade e vivia tão retirado que todos nós o reputávamos morto[3]. Assim, mantendo-se ausente, foi logo substituído pelo ministro do reino, Bernardo Gorjão Henriques, assumindo efectivamente a pasta de 21 de Janeiro de 1848 a 21 de Fevereiro seguinte. O memso Fronteira observa que os cavalheiros que compunham o Ministério eram probos e a maioria era de homens instruídos; contudo, apenas tinha dois homens capazes de administrar: Gomes e Castro e Falcão[4].

·Fornada de pares

·José Bernardo da Silva Cabral abandona o partido cartista e passa para a oposição

Em 8 de Janeiro de 1848:

·Brigadeiro Fernando da Afonseca Mesquita e Sola, Barão de Francos, ministro da guerra, em vez de Saldanha[5]

·Fronteira chegou a ser convidado, mas recusou[6]

Em 21 de Fevereiro de 1848:

·D. José Joaquim de Azevedo e Moura, bispo de Viseu, no ministério dos negócios eclesiásticos e justiça, em vez de Joaquim José Queirós (até 29 de Março de 1848)[7]

 

Em 29 de Março de 1848:

·Saldanha no reino em vez de Gorjão (até 1 de Junho de 1849)

·João Elias da Costa Faria e Silva, ministro dos negócios eclesiásticos e justiça, em vez do bispo de Viseu (até 29 de Janeiro de 1849);

·José Joaquim Januário Lapa, Visconde Vila Nova de Ourém na marinha e ultramar, em vez de Albano[8].

·José Joaquim Gomes de Castro nos estrangeiros, até 18 de Junho de 1849 (substituído por Saldanha de 3 de Maio a 1 de Junho de 1849, por doença)

 

 

Em 1 de Junho de 1849:

·José Marcelino de Sá Vargas, ministro do reino (até 14 de Junho de 1849)

 

Em 10 de Julho de 1948:

·José Joaquim Gomes de Castro passa a acumular a pasta da marinha e ultramar, substituindo o Visconde de Vila Nova de Ourém[9]

 

Em 29 de Janeiro de 1849:

·António Roberto de Oliveira Lopes Branco na fazenda, em vez de Falcão

·José Joaquim Januário Lapa na pasta da guerra[10]

·José Marcelino de Sá Vargas na justiça, até 18 de Junho de 1849, em vez de Faria e Silva

 

·Em 29 de Janeiro de 1849, Saldanha procedia a nova recomposição ministerial. Como observava Camilo, Que boa recomposição! que gente! que escarnecer tão ridículo das nossas necessidades[11].

·Em Abril de 1849 surgem os primeiros jornais republicanos em Portugal. Em Maio, José Estevão, Oliveira Marreca e Rodrigues Sampaio criam uma comissão revolucionária que se propunha organizar juntas revolucionárias civis e militares para a instauração da república. A partir dessa comisão é formada a Carbonária Portuguesa. A sublevação de Paris ocorrera em 15 de maio de 1848. Em 9 de Fevereiro de 1849 Giuseppe Mazzini havia proclamado a república em Roma. Os austríacos vencem em Novara Carlos Alberto da Sardenha (23 de Março), subindo ao trono Vítor Manuel II.

·Morte de Mouzinho da Silveira, em 4 de Abril de 1849.

Em 3 de Maio de 1849:

·Barão de Vila Nova de Ourem na marinha

·Em 21 de Outubro de 1849 era assinada a Concordata. Enquanto isto, 26 candeeiros de iluminação a gás começam a funcionar na Baixa de Lisboa.

·O pretexto para a queda do governo foram as intrigas entre o ministro da guerra e o marquês de Fronteira.

Em 14 de Junho de 1849:

·Saldanha retoma os estrangeiros

 


 

[1] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, pp. 266-267.

[2] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, pp. 272-273.

[3] Fronteira, VIII, p. 285.

[4] Fronteira, VIII, p. 289.

[5] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 279.

[6] Fronteira, VIII, p. 288

[7] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 279.

[8] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, pp. 279-280.

[9] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 280.

[10] Ver Memórias do Conde de Lavradio, III, p. 283.

[11]CAMILO CASTELO BRANCO, in Eco Popular de 1 de Fevreiro de 1849, apud Memórias, p. 73.

 

Projecto CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: 31-03-2009