

Eleições na Áustria, com maioria absoluta para os populares (6
de Março). O chanceler Josef Klaus mantém a chefia de um governo

Indonésia: sobe ao poder Suharto (12 de Março). O presidente Sukarno, na Indonésia, dá plenos poderes a Suharto,
dando-se nova ascensão dos autores do golpe de 30 de Setembro de 1965

Angola: Jonas Savimbi funda a UNITA (15 Março)

Vários monges budistas imolam-se pelo fogo no Vietname do Sul (15 de
Março)

Governo de coligação entre sociais-cristãos e liberais na Bélgica,
sob a chefia de Paul Vanden Boeynants (19 de Março)

URSS: apelo de intelectuais soviéticos, liderados por Sakharov,
ao PCUS, no sentido de uma maior desestalinização ( Março) XXIII
Congresso do PCUS adopta o VII Plano Quinquenal; confirmada a liderança
de Brejnev ; restabelecido o Politburo do PCUS que em 1952 havia sido
substituído por um Praesidium (29 de Março).

Alain Poher eleito presidente do Parlamento Europeu (6 de Março)
De Gaulle informa por escrito o presidente norte-americano sobre a
anunciada retirada francesa da organização militar da NATO (7 de Março)

A frente ultramarina – Jonas Savimbi
, dissidente da UPA, funda, no interior de Angola, a UNITA (União Nacional para
a Independência Total de Angola), o terceiro movimento de libertação que
envereda pela luta armada no território (15 de Março). O ponto de partida
do movimento dá-se em 11 de Dezembro de 1965, em Brazzaville, com o lançamento
do manifesto Amangola. Em 25 de Dezembro de 1966 já ataca de surpresa a
vila Teixeira de Sousa no Leste de Angola. Incidentes em Macau (15 de Novembro),
a chamada revolta do Um, dois, três
que atinge o seu clímax em 3 de Dezembro. Conselho de
Segurança da ONU determina o bloqueio ao Porto da Beira, depois de nele ter
entrado o petroleiro Joanna V com combustível para a Rodésia (9 de
Abril). Discurso de Veiga Simão nas comemorações oficiais do Dia de Portugal:
a Pátria honrai que a Pátria vos contempla (10 de Junho). Reabertura da
Colónia Penal do Tarrafal (24 de Setembro).