Respublica Repertório Português de Ciência Política Edição electrónica 2004 |
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| Políticos Portugueses da Monarquia Constitucional (1820-1910) | ||||||||||
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Abranches, J. P. Madeira |
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Abreu, António José Teixeira de (1865-1930). |
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Agras, Pe. Manuel Das |
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Aguiar, 1º Marquês de (1752-1817)D. Fernando José de Portugal e Castro (1752-1817) Formado em direito. Governador da Baía e vice-rei do Brasil, de 1804 a 1806. Ministro do reino e da fazenda, assistente ao despacho, desde 10 de Março de 1808, quando a Corte se instala no Rio de Janeiro. Morre em 24 de Janeiro de 1817.
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Aguiar, António Augusto de (1838-1887) |
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Aguiar, Joaquim António de (1792-1884) |
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Alarcão Velasques de Sarmento Osório, D. João de (n.1854). Bacharel em direito desde 1876. Progressista. Magistrado. Genealogista. Jornalista do Correio da Noite. Governador civil da Guarda, do Funchal e de Lisboa (1898-1900). Ministro das obras públicas, comércio e indústria de José Luciano, de 27 de Abril a 27 de Dezembro de 1905. Ministro da justiça no governo de Campos Henriques de 26 de Dezembro de 1998 a 11 de Abril de 1909. Ministro no governo de Sebastião Teles, entre 11 de Abril e 14 de Maio de 1909.
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Albuquerque, Joaquim Mouzinho de (1855-1902)
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Albuquerque, Luís da Silva Mouzinho de (1792-1846) |
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Algés, Visconde de |
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Almada, 1º Conde de D. Lourenço José Boaventura de Almada, conde desde 1793. Membro da Junta dos Três Estados em 1808. Faleceu em 1814.
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Almeida Portugal, António Máximo de (1797-1870) |
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Almeida, João de (1863-1953) |
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Almeida, José Bento Ferreira de (1847-1902) |
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Almeida, José Valentim Fialho de(1857-1911) |
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Almeirim, Barão de (1796-1859). |
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Alorna, 4ª Marquesa de ( 1750-1839) D. Leonor de Almeida Lorena e Lencastre, condessa de Oeyenhausen, desde 1799, e 4ª marquesa de Alorna. Considearda a Stael portuguesa, contribuindo para a emergência do romantismo. Ligada à maçonaria. Tem como nome literário Alcipe. A sua família foi perseguida pelo marquês de Pombal, por ter parentesco com os Távoras. Filha do 2º Marquês de Alorna, D. João de Almeida Portugal.Reclusa em Chelas de 1758 a 1777.Exílio de 1803 a 1814, por ter fundado a Sociedade da Rosa, antinapoleónica, mas que foi perseguida pelos esbirros de Pina Manique. Casa em 1799 com o conde Oeyenhausen, oficial aemão, naturalizado português e nosso embaixador em Viena, de 1780 a 1793, data do respectivo falecimento. Avó de D. Francisco de Almeida, marquês de Fronteira e Alorna.
Alorna, 4ª Marquesa de (1750-1839) |
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Alorna, D. Pedro de Almeida Portugal. 3º Marquês de Alorna e 6º Conde de Assumar. (1754-1813). Maçon. Filho do 2º Marquês de Alorna (1726-1806). Tio-avô do Marquês de Fronteira e Alorna Oficial do exército. Campanha do Rossilhão. Comandante da Legião Portuguesa. Condenado à morte em 1810. Autor de Reflexões sobre o Sistema Económico do Exército, de 1799 (Lisboa, Ferin, 1903).
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Alpoim Cerqueira Borges Cabral, José Maria de (1858-1916). Formado em direito, liga-se aos progressistas. Começa como adepto de Mariano de Carvalho e passa, depois, a delfim de José Luciano. Tem, então, como rival, para a direcção dos progressistas, Francisco da Veiga Beirão. Desencadeia a dissidência progressista em 1905. Confessa a António Cabral: eu quero e desejo o poder pelo poder; nada mais. Figura controversa. Para uns, o símbolo da traição e do adesivismo. Para outros, um jogador demagogo da política que não teve a sorte do seu lado, acabando como perdedor. Misteriosa ainda é a sua ligação com alguns dos executantes do regicídio. De qualquer maneira, a dissidência progressista que lança em 1905, mobiliza importantes figuras políticas, culturais e científicas, com destaque para Egas Moniz.·Formado em direito em 1878. ·Administrador de Mesão Frio e Lamego. ·Discursa no comício de 9 de Dezembro de 1894, contra o governo de Hintze, falando na pátria em perigo. Na altura existe uma coligação dita liberal entre progressistas e republicanos. ·Ministro da justiça de José Luciano de 18 de Agosto de 1898 a 26 de Junho de 1900. ·Ministro da justiça de José Luciano, entre 20 de Outubro de 1904 e 11 de Maio de 1905. ·Exilado em Salamanca depois de 28 de Janeiro de 1908. ·Adere tacitamente à República. ·Passa de Procurador Geral da Coroa a adjunto do procurador geral da República. ·Termina a vida profissional como delegado do governo na Companhia do Niassa. ·Reformas PolíticasLisboa, 1910
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Amaral, Francisco Joaquim Ferreira do (1844-1923). Almirante, chefe do governo da acalmação em 1908. Filho de João Maria Ferreira do Amaral. Governador de Angola em 1882 e da Índia em 1886. Ministro do governo de Dias Ferreira, de 17 de Janeiro de 1892 a 23 de Fevereiro de 1893, com a pasta da marinha e do ultramar, embora acumulasse com a dos negócios estrangeiros, desde 23 de Dezembro de 1892. Consegue evitar a revolta do Vasco da Gama em 1905. Presidente do conselho de 4 de Fevereiro a 25 de Dezembro de 1908. Aderiu, depois de 1910 ao partido democrático de Afonso Costa. Deputado republicano por Alcobaça em 1913-1915 e senador pelo Funchal em 1915.
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Amaral, João Maria Ferreira do Oficial da marinha. Perdeu o braço direito no Brasil em 1821, integrado nas tropas obedientes às Cortes de Lisboa. Mindeleiro. Serviu, depois, em Angola. Governador de Macau entre 1848 e 1849, quando foi assassinado.
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Anadia, 2º Conde da (Desde 1812) e 2º Visconde de Alverca. José António de Sá Pereira e Meneses (1731-1813) Doutor em cânones. Diplomata. Esteve em Nápoles de 1750, durante quarenta anos. Representante português em Copenhaga e Estocolmo de 1791 a 1797. Ministro da marinha e ultramar desde 6 de Janeiro de 1801. Mantém a pasta desde 10 de Março de 1808, quando a Corte se instala no Rio de Janeiro.
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Andrada Machado e Silva, António Carlos Ribeiro de (1773-1845). Irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva. Maçon. Bacharel em direito por Coimbra. Participa na revolta republicana do Pernambuco em 1817. Preso de 1817 a 1821. Grão-mestre do Grande Oriente Brasileiro de 1813 a 1818. Deputado em Lisboa em 1822.
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Andrada Machado e Silva, José Bonifácio de (1763-1838) Maçon. Bacharel em leis e filosofia (1787). Nasce em Santos, no Brasil. Professor em Coimbra. Secretário da Academia Real das Ciências. De 1790 a 1800, viaja pela Europa como mineralogista, com uma bolsa da Casa Real. Em 1801 já é catedrático de mineralogia e Intendente-Geral das Minas e Metais do Reino. Apesar de maçon, combate os franceses, atingindo então o posto de tenente-coronel. . Regressa ao Brasil em 1819, com 56 anos de idade, levando consigo uma biblioteca com 6 000 livros e uma importante colecção de minerais. Depois da independência, que apoia, incompatibiliza-se com o imperador D. Pedro e é obrigado a exilar-se em Bordéus em 1823, onde publica em 1825 um volume de Poesias Avulsas. Regressa ao Brasil em 1829, sendo nomeado tutor do Imperador D. Pedro II em 1831. Dois anos depois, renuncia a tal função, por incompatibilidades com o regente Diogo António Feijó. Passa o resto dos dias retirado da vida pública, instalando-se na ilha de Paquetá, na baía da Guanabara.·Memórias da Academia Real das Ciências de Lisboa·Lembranças e Apontamentos do Governo Provisório da Província de São PauloRio de Janeiro, Tipografia Nacional, 1821.·Representação à Assembleia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a EscravaturaParis, Firmin Didot, 1825.·Obras Científicas, Políticas e SociaisSantos, em três tomos, 1963-1965. Coligidas por Edgard Cerqueira Falcão.
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Andrade, Abel Pereira de (1866-1958). Advogado e professor de direito. Deputado regenerador entre 1900 e 1910. Enfrenta José Maria de Alpoim num duelo, em 29 de Janeiro de 1900. É fundador da revista Imparcial, com Carneiro de Moura, em Fevereiro de 1901. Director-geral da instrução pública. Responsável pela reforma do ensino em 1901. Adversário de João Franco é por este demitido em 25 de Agosto de 1906, sucedendo-lhe Agostinho de Campos. Tem novo duelo em 21 de Setembro de 1906, com o jornalista franquista Aníbal Soares. Com o salazarismo assume as funções de juiz do STA e de director do Instituto de Criminologia.
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Andrade, Anselmo José Franco de Assis de (1844-1928). Militante regenerador e dputado. Director do Correio da Noite. Preceptor de D. Manuel II. Ministro da fazenda de Hintze, entre 26 de Junho e 30 de Novembro de 1900. Ministro da fazenda do governo de Teixeira de Sousa, de 26 de Junho a 5 de Outubro de 1910. Defensor do agrarismo, sempre se insurgiu contra a industrialização do país e a adopção do livre-cambismo.·A Terra1898·Portugal Económico. Theorias e FactosCoimbra, França Amado, 1918.·Política Económica e FinançasCoimbra, 1926.
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Andrade, António Pequito Seixas de (1819-1895). Formado em direito em 1842. Magistrado e advogado no Gavião. Ministro da justiça no governo de Sá da Bandeira, de 22 de Julho de 1868 a 2 de Agosto de 1869. Foi então responsável pela perseguição ao bandoleiro João Brandão. Progressista desde 1876. Par do reino.
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Angeja, Marquês de Ver Noronha Portugal Camões de Albuquerque Moniz e Sousa, D. Caetano Gaspar de Almeida e (1820-1881) 3º Conde de Peniche e 8º Marquês de Angeja, Desde 1879 (Herdeiro de Uma Tia)
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Araújo, José Maria Xavier de (1786-1860) José Maria Xavier de Araújo (1786-1860) Jurista. Maçon. Bacharel em cânones. Magistrado. Membro do Sinédrio. Deputado em 1821-1822, pelo Minho, companheiro de Fernandes Tomás. Escreveu em 1846, Revelações e Memórias para a história da revolução de 24 de Agosto de 1820, e de 15 de Septembro do mesmo anno, Lisboa, Rollandiana, 1846.
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Arcos, 8º conde de (1771-1828)D. Marcos de Noronha da Costa e Brito. 15º e último Vice-rei do Brasil. Nomeado ministro da marinha e do ultramar em 21 de Junho de 1817, depois da morte do conde da Barca. Estava na Baía, como governador (1809-1817), e só chega ao Rio de Janeiro em Fevereiro de 1818, quando assume a efectividade. Membro do Conselho de Regência em 1826. Ver Rocha Martins, O Último Vice-Rei do Brasil, Lisboa, 1932.
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Arouca, Frederico de Gusmão Correia (1843-1902). Advogado. Ministro das obras públicas, comércio e indústria de António Serpa, de 14 de Janeiro a 14 de Outubro de 1890. Ministro dos negócios estrangeiros de Hintze de 20 de Dezembro de 1893 a 1 de Setembro de 1894.
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Arroio, João Marcelino (1861-1930). Doutor em direito. Compositor musical. Filiado no partido regenerador, grupo pelo qual é deputado e ministro. Destaca-se logo em 1887, quando considera José Luciano, como um presidente carnavalesco. Ministro no governo de António Serpa: da marinha e ultramar, desde 14 de Janeiro de 1890, e da instrução pública, de 5 de Abril a 14 de Outubro de 1890. Ministro dos estrangeiros de Hintze, de 26 de Junho de 1900 a 1 de Junho de 1901, quando entra em conflito com o seu colega João Franco, por causa da guerra dos boers. Em Março de 1903, depois de enfrentar Hintze Ribeiro, abandona a militância regeneradora. Em 26 de Abril de 1905 faz um ataque parlamentar ao governo de José Luciano, por causa do contrato dos tabacos. Em 7 de Novembro de 1906, considera que João Franco está a fazer a revolução nos bancos do poder auxiliando poderosamente a onda revolucionária. Também critica directamente o Paço, por D. Carlos alojar Soveral e pelo teor das cartas do rei para Hintze Ribeiro. Exonerado da Universidade de Coimbra em 23 de Dezembro de 1911.
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Assunção, Manuel de (1844-1893). Regenerador. Deputado desde 1875. Bibliófilo. Ministro da justiça de 19 de Novembro de 1885 a 20 de Fevereiro de 1886.
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Ataíde, Simão de Cordes Brandão de (1809-1868) Lente. Membro da Junta dos Três Estados em 1808 e um dos redactores da súplica a Napoleão, ao lado de Ricardo Raimundo Nogueira e de Francisco Duarte Coelho..
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Avelino, António Cardoso (1822-1889). Bacharel em direito e magistrado. Deputado. Ministro das obras públicas, comércio e indústria no primeiro governo de Fontes, entre 13 de Setembro de 1871 e 9 de Novembro de 1876, data em que passa para a justiça, até 5 de Março de 1877. Maçon. Membro do partido regenerador.
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Ávila, António José de (1806-1881) 1º Conde de Ávila, Desde 1864. Marquês de Ávila e Bolama Desde 31 de Maio de 1870. Duque de Ávila Desde 14 de Maio de 1878. O único plebeu que ascendeu à categoria de duque. Maçon. Bacharel em filosofia (1826). Professor de filosofia racional e moral na Horta. Estuda medicina em Paris. Presidente da câmara da Horta em 1831. Vogal e presidente do Supremo Tribunal Administrativo. Deputado em 1834-36; 1838; 1840; 1840-42; 1842-1845; 1848-1851; 1851-1852; 1853-1856; 1857-1858; 1858-1859; 1860-1861; 1861. Destaca-se logo em 1838, quando apoia a amnistia de 4 de Abril desse ano, assumindo posições moderadas. Ministro da fazenda no governo de Joaquim António de Aguiar, de 9 de Junho de 1841 a 7 de Fevereiro de 1842. Mantém-se em tais funções no governo do Entrudo, presidido por Palmela em 7 e 8 de Fevereiro de 1842. Na altura escreve artigos no Diário e na Revolução de Setembro contra Costa Cabral e Terceira. Volta a esta pasta desde 18 de Junho de 1849, no governo presidido por Costa Cabral, até 1851. Está então na origem da carta de lei de 16 de Abril de 1850, em que se institucionaliza o Banco de Portugal. Até então, assumira-se como alguém da oposição moderada e não sistemática ao cabralismo. Segundo palavras coevas de Lavradio, não lhe falta talento nem instrução, mas falta-lhe prudência e é cheio de orgulho… carácter versátil. Nos primeiros dias da Regeneração, aparece ligado a Terceira e a Fronteira, assumindo a liderança dos adeptos da anterior situação. Um dos 34 deputados oposicionistas em Novembro de 1851. Ministro da fazenda e dos negócios estrangeiros no segundo governo de Loulé de 4 de Julho de 1860 a 21 de Fevereiro de 1862. Governador da Companhia do Crédito Predial Português de 1864 a 1881. Ministro da fazenda e dos negócios estrangeiros no governo de Sá da Bandeira, de 17 de Abril a 4 de Setembro de 1865. Presidente do ministério de 4 de Janeiro a 22 de Julho de 1868., acumulando o reino e os estrangeiros (governo da direita reformista, na sequência da Janeirinha). Era então presidente da Câmara dos Pares. Curiosamente, este goveno quase não tem oposição na Câmara dos Deputados. Os regeneradores e os progressistas apenas competiam sobre quem mais estava disposto a apoiar o governo. Só se levantou contra o deputado independente visconde Moreira de Rei. Já na Câmara dos Pares, José Dias Ferreira assumiu uma atitude claramente oposicionista. Ministro da justiça, da fazenda e dos negócios estrangeiros, no governo de Sá da Bandeira, depois da saldanhada, de 29 de Agosto a 29 de Outubro de 1870. Volta à chefia do governo de 29 de Outubro de 1870 a 13 de Setembro de 1871, acumulando os estrangeiros, as obras públicas, comércio e indústria e o reino; de 5 de Março de 1877 a 29 de Janeiro de 1878, acumulando o reino e os estrangeiros. Faleceu em Lisboa no dia 4 de Maio de 1881, com 75 anos de idade.
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Ávila, Carlos Lobo d’ (1860-1895). Uma das figuras trágicas da política portuguesa. Director de O Tempo que fundou em 2 de Janeiro de 1889. Fez parte do grupo dos Vencidos da Vida. Amigo de Oliveira Martins. Filho de Tomás de Lobo d’Ávila. Chamado o Carlotinha por causa das suas tendências homossexuais. Começando por aderir aos progresistas, passa a ministro regenerador. Ministro das obras públicas, comércio e indústria no governo de Hintze, desde 20 de Dezembro de 1893, substituindo Bernardino Machado. Restringe o funcionamento das associações de classe em Janeiro de 1894. Passa a ministro dos negócios estrangeiros, no mesmo governo de Hintze, em 1 de Setembro de 1894. Morre em 21 de Setembro de 1895.
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Ávila, Joaquim Tomás de Lobo de (1822-1901). 1º Conde de Valbom, Desde 1875. Maçon. Proprietário. Oficial do exército. Engenheiro de pontes e calçadas por Paris. Participa na revolta antiCabralista de 1844. Deputado em 1853-54. Par do reino desde 1874. Membro da unha negra dos históricos. Passa para o partido regenerador. Ministro das obras públicas, comércio e indústria em 1862. Grão-mestre da Confederação Maçónica em Fevereiro de 1863, sucedendo a José Estevão. Derrotado para o mesmo cargo em Março de 1864. Constitui em Maio de 1864 a Confederação Maçónica Progressista de Portugal. Ministro da guerra do governo de Loulé, o terceiro governo histórico, de 11 de Agosto de 1869 a 26 de Maio de 1870.; da fazenda em 1862-65; da guerra, 1869-1870; da marinha, 1891; da instrução, 1891; dos negócios estrangeiros de João Crisóstomo, de 25 de Maio de 1891 a 17 de Janeiro de 1892. Autor de Estudos de Administração, Lisboa, Tip. Universal, 1874. Obra em dez capítulos, com esboço histórico, definições e princípios, confronto entre centralização e descentralização, administração distrital, municipal e paroquial, contencioso administrativo e conselho de Estado.
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Avilez Juzarte de Sousa Tavares de Campos, Jorge (1785-1845) 1º Conde de Avilez Desde 1838. Grande proprietário. Maçon. Oficial do exército. Participa na Guerra Peninsular e conquista de Montevideu, onde foi governador. Comandante das tropas fiéis às cortes de Lisboa, no Rio de Janeiro. Deputado em 1822-23 e em 1834-35. Comandante do regimento 18 que durante os acontecimentos da vilafrancada de 1823, foi buscar D. João VI ao paço da Bemposta. Senador 1838-1842. Par do reino em 1835-36 e desde 1842.
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Azeredo Teixeira de Aguiar, Francisco Paula d’(1828-1918). 2º Visconde e Conde de Samodães. Formado em matemática e engenheiro civil e militar pela Escola do Exército. Foi presidente da câmara do Porto. Ministro da fazenda do governo de Sá da Bandeira, de 27 de Dezembro de 1868 a 11 de Agosto de 1869. Governador civil do Porto de 6 de Fevereiro a 11 de Setembro de 1871. Foi um dos fundadores de A Palavra. Ver Apontamentos biographicos de Francisco Paula d’Azeredo. Conde de Samodães, Porto, Tipografia de Manuel José Pereira, 1886.
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Azeredo, Francisco de Paula de (n. 1859). Francisco Paula d’Azeredo Teixeira de Aguiar. 2º Visconde e 2º Conde de Samodães. Formado em matemática e engenheiro civil e militar pela Escola do Exército. Presidente da câmara do Porto. Ministro da fazenda do governo de Sá da Bandeira, de 27 de Dezembro de 1868 a 11 de Agosto de 1869, substituindo Carlos Bento da Silva. Assume-se, a partir de então, como reformista. Governador civil do Porto de 6 de Fevereiro a 11 de Setembro de 1871. Em Dezembro de 1894 ainda participa na coligação liberal, união de progressistas e republicanos, contra o governo de Hintze, presidindo a comícios de protesto, no Porto. Um dos fundadores do jornal católico A Palavra e inspirador do partido nacionalista.. }Apontamentos biographicos de Francisco Paula d’Azeredo. Conde de Samodães, Porto, Tipografia de Manuel José Pereira, 1886
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Azeredo, Francisco Paula d’ (1770-1857) 1º visconde de Samodães desde 1834. 1º conde de Samodães desde 1842 Participa na guerra peninsular e na guerra do Uruguai.
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