Confissões de um tradicionalista liberal
Sobre a demagogia dos que pensam anti-demagogos
Carta entreaberta a um europeísta desencantado
Contra as constituições valérias!
Os ministros passam, o Zé Povinho paga
Da arte de furtar à reforma universitária
Sonhar o pós-guerra em plena guerra (Abril 2003)
A Moderna, os Pilatos e os Fantasmas (Março 2003)
Contra a bulgarização de Portugal (Março 2003)
Menos um! (Fevereiro 2003)
Cruz, Iraque, Durão e Américo Tomás (Fevereiro 2003)
Como se perde o estado de graça (Janeiro 2003)
Meditações de um oposicionista suave (Janeiro 2003)
Na prática, a teoria é outra...
Do fogo que arde sem se ver...
Por uma identidade nacional aberta (in "Lusitana Antiga Liberdade")
Que os repúblicos sejam homens livres!
Prefácio ao livro Carlos Abreu Amorim "Como é difícil ser liberal em Portugal"
Do Atlântico ao Índico. A Boa Esperança
Contra os que estão contra o regime (Maio 2003)
Contra a laicíssima trindade que nos supergoverna (Maio 2003)
Contra o Estado a que chegámos (Abril 2003)
O regresso ao desencanto doméstico (Abril 2003)
Luanda já não é nome de guerra (Dezembro 2002)
Da Maria da Fonte à Rainha Ginga (Dezembro 2002)
Dos fantasmas de direita aos complexos de esquerda (Novembro 2002)
Pela portugalização da Espanha (8 Nov. 2002)
O Neofeudalismo e a Ética Republicana (Outubro 2002)
O Regime da Palermocracia (Outubro 2002)
Portas, Feitiços e Porteiros (24 Set. 2002)
Queques, Ferro Velho e Miguelistas (27 Ag. 2002)
Entre Montaigne e Mário Soares (5 Ag. 2002)
Sobre o day after no Afeganistão: Só é novo aquilo que se esqueceu
Sobre a crise da democracia portuguesa: Vemos, Ouvimos e Lemos
Sobre o ataque ao Afeganistão: A Democracia e a Guerra
Sobre
o 11 de Setembro.
Prefiro Kant a Rambo
Que fazer? Para que Minerva levante voo