Ensaios

Velhos quesitos aqui publicados há anos em forma de memória viva

Correntes de geração

Correndo o risco de estar em minoria

O nosso pouvoir sur scènes

Escrever é assumir o risco de viver

A hipocrisia salazarenta

Os micro-autoritarismos sub-estatais

Os actores do sindicato dos políticos profissionais

As democráticas personalizações do poder

Neste regime de pequenos feudalismos

Do campanário à sociedade de casino

Contra os imposteiros e os impostados

Feitores, chicotes e cenouras

Eles prostituíram a palavra e profanaram os símbolos

Sobre o nosso desassossego político

Da terceiromundização universitária

O estilo decretino das ciências ocultas

As teias do doméstico e o impossível golpe de Estado

Os cemitérios estão cheios de insubstituíveis

A moral, a economia e a política

Jus imperii e companhias majestáticas

Os restos otomanos da cultura imperial-autárquica

Dos tumores de micro-autoritarismo

Manifesto

Não há pensamento sem pátria

Para meu lugar buscar

Falta ainda muita viagem por cumprir

Da pluralidade de pertenças

Em regime de desesperança

Escrevendo sem porquê

O segredo daqueles silêncios cheios de força

Esta dor, esta revolta

Dentro da pátria, em pleno exílio

Fingindo que é verdade aquilo que na verdade sou

A minha genealogia

O paradoxo de me classificar ideologicamente

Contra os colectivismos morais

Os que confundem o nome com a coisa nomeada

É por dentro das coisas que as coisas realmente são...

 

 

Do tempo

Sobre o desassossego político que nos invade

Retalhos de uma metafísica de bairro, em dia de feriado

Dos meus mestres

Estóicos

Cícero, o inventor do conceito de povo, nasceu há dois mil e cem anos...

Descartes, Erasmo, Montaigne e Kant Unamuno

Cartesianas reflexões contra quem não tem dúvidas e raramente se engana

Viva Rousseau! Viva Espinosa! Viva Kant!

Rousseau, Sérgio, Deutsch, Weil e Opções Inadiáveis

Do regresso da história

Camus

Há dezasseis anos que morreu Camus...

Leo Strauss Arendt Agostinho

Doze glosas voegelinianas, aqui e agora

No dia da morte de António Sardinha

Unamuno

Viva la muerte

Agostinho da Silva

Crendo com todo o nosso ser, atingiremos o máximo da dúvida

Da tristeza

A culpa está em termos os governantes, os deputados e os magistrados que merecemos

Com saudades do "conventus publicus vicinorum"

Neste portugalório de minúsculas

Filosofia de gente qualquer, num simples café da manhã, em plena cidade

Da charanga presidencial às guardadoras de cabras

Declaremos guerra à nossa impotência

Da ociosidade

Da mentira

Da cobardia

Da decadência

Do medo

Do filosofar

Da imaginação

Do pedantismo

Da educação

ciência universidade mestre alma verdade razão

Com que direito pretendem canalizar a inteligência, dar diplomas ao Espírito?

A angústia de um cientista social com manias neokantianas e revolta contra o charlatanismo dos que assaltaram cientificamente o Estado

Eu, usurpador de título científico, me confesso

Ser professor

 

 

 

Da amizade

Da moderação

Da solidão

Neste mundo de homens lúcidos, prefiro manter a lucidez de me saber ingénuo...

Parabéns aos homens de sucesso!

Porque temos o nós dentro do eu, importa esquecer que também a solidão vive dentro de nós

Da desigualdade

Da incerteza

Da idade

Amanhã

Da consciência

Do mérito

Do amor

Do situacionismo

O nosso feudal-capitalismo

Os caminhos da nossa servidão voluntária

O governo dos filhos de algo

O prémio da comitiva é a comenda

A propaganda que não parece propaganda

Um Portugal quase serventuário

Nesta democratura controlada pela partidocracia

Amanhando a terra das ideias

Na véspera de mais umas eleições

Amanhã, a manhã ainda não será manhã

Do pensamento único à lisboetização da pátria

Os velhacos, os bandalhos e a ignorância não douta

Manual do situacionismo de sucesso

Um absolutismo iluminado pelo oculto

Por favor, onde fica o exílio?

Os últimos dias do regime do governo dos espertos

Pensar é resistir

Tempo de mistura de deuses

A racionalidade importada

Esta claustrofobia de quintal feito com cimento armado

Dos Partidos

Homo partidarius, homo sectarius e homo institutionalis

Do spoil system aos jobs for the boys

Da democracia à canalhocracia

Dos chefezinhos que vamos tendo

Que mande quem paga e não quem rouba!

A necessária revolução do bom senso

A política da teatrocracia

Números, trapalhadas e embustes...

O que é comum não é de nenhum...

Bacalhau à Mouraria, é sempre prato do dia!

Tempos de espera, dias de véspera

A pilotagem automática desta governança sem governo

Um pequeno Brasil, mas sem favelas...

A canalha doirada e a falta de autenticidade

A casta banco-burocrática e os pescadores de águas turvas

Ter, ser, direita, esquerda, razão e emoção

Os que já não metem medo e perderam os horizontes

Quem tem boca não precisa de ir a Roma, insulta os romanos

O clero, a nobreza, os fidalgotes e a falta de povo

É preciso dizer que o rei vai nu

Esta coisa a que dão o nome de Estado

Ser formiguinha e casar a honra com a inteligência...

O regresso dos Medici, com Borgia nos meandros

 

 

Do patriotismo científico

Da nação

As nações são coisas que nascem, crescem e morrem

Contra a estadualização da ideia nacional

Da pequena pátria

A nossa democracia não nasceu nas cidades...

Do povoamento

De como apagar incêndios com a filosofia deste símbolo chamuscado, mas permanecente

Do Abraço armilar

Do Brasil

Na principal potência metafísica da Terra, com um abraço armilar

De África

Da Europa

Da identidade

Republicano e monárquico, me confesso, neste sonho azul e branco

Ser liberal

Como é difícil ser liberal em Portugal...

Do direito da razão

De como a crise da política vem de um vazio comunitariamente gerado pela ausência formativa do direito da razão

A moral, a política e o direito

A lei está acima do regulamento, o direito acima da lei e a justiça é a chave da abóbada que deve mobilizar tanto o direito como a política

Da religação

Maçonaria Liturgia

Breve contributo para a necessária limpeza das memórias

Contra algumas más interpretações retroactivas do anticlericalismo e do laicismo

Contra os preconceitos de esquerda e os fantasmas de direita

Ainda Gomes Freire, em dia de todos os santos, incluindo os mártires da pátria...

Nenhuma força espiritual pode ter o monopólio da honra, da inteligência, do caminho e da verdade, até para o transcendente

Todas as liturgias são ridículas fora dos templos em que se dá a comunhão e a religação

Reflexões heréticas em noites de olhar as estrelas com os pés nas pedras do caminho

O trono e o altar...entre os desvarios da espada e os devaneios do báculo, com micro na esquerda

Há uma razão humana que governa todos os povos da terra

Fátima

Lúcia de Jesus dos Santos, Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado

Papa

Habemus papam...

Viagem a São Bento da Porta Aberta

Dias que há todos os anos

Pelos meus filhos e os meus alunos de hoje, continuo do contra, mas com saudades do futuro...

Hoje é o dia de cada um ter que dizer, uma vez por ano, o que, sem ter que ser, deveria ser dito todos os dias do ano

Depoimentos na Rádio e jornais

15 de Junho de 2005 (As ideologias passam, as culturas ficam! Testemunho de um anticomunista assumido)

28 de Setembro de 2005 (Levantai, hoje, de novo, o esplendor de Portugal! )

9 de Outubro de 2005 (Não vemos um boi à frente dos olhos... )

27 de Outubro de 2005 (Democracia, sondajocracia, presidenciais e fuga de cérebros. O de como a avenida da liberdade passa a ser dos aliados )

17 de Janeiro de 2006 (E pátria não é apenas a ideologia que justifica ou a utopia que subverte)

15 de Abril de 2006 (Algumas refexões sobre a actual disfunção parlamentar)

24 de Junho 2006 (Os jogos florais da reforma do sistema político e da alteração da lei eleitoral... )

2 de Julho de 2006 (Viva Portugal! Dos Magriços aos Labrecas....)

24 de Outubro de 2006 (Inovar não é reformar... )

19 de Dezembro de 2006 (Os meus votos de Bom Natal, nestas vésperas de solstício, em plena guerra que não é formalmente guerra)

31 de Janeiro 2007 (Conservadores, reaccionários, contra-revolucionários e o 31 de Janeiro de 1891, por um republicano monárquico, sem rei nem república...)

22 de Fevereiro 2007 (A Dona Maria da Cunha, prima da Senhora Dona Política e do Senhor Amor Próprio)

2 de Março 2007 (Contra os excessos de identitário, que tal o gesto do Zé Povinho? )

19 de Abril 2007 (Polícias de ideias, nunca mais! )

23 de Abril 2007 (Hoje, um professor universitário, se se assumir como funcionário da comunidade)

14 de Agosto de 2007 (Continuando meus exercícios de guerrilheiro da palavra, contra os sacristães do pensamento único)

2 de Outubro de 2007 (A sociedade não é senão o complexo dos grupos que a compõem )

9 de Novembrode 2007 (As limitações ao Estado Providência)

22 de Novembro de 2007 (O poder político e as manifestações dos trabalhadores)

20 de Dezembro 2007 (Entre os berardos e os jardins da nossa aldeia )

Entrevistas

13 de Abril de 2005 (Os que agora elogiam o Governo vão criticá-lo sem piedade)

18 de Julho de 2006 (Há elites em Portugal?)

5 de Dezembro de 2006 (Este regime de coabitação entre Sócrates e Cavaco)

28 de Dezembro de 2006 (Entre receios e desejos para o ano que vem )

17 de Julho 2007 (A nossa democracia não tem culpa de tão maus serviçais que vai tendo)

27 de Novembro 2007 (Pela portugalização liberal das Espanhas! )

19 de Dezembro de 2007 (As funções do Estado)

Última revisão:19-03-2009

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