Hoje é dia de Marco Aurélio
Ensaios
Velhos quesitos aqui publicados há anos em forma de memória viva
Correndo o risco de estar em minoria
Escrever é assumir o risco de viver
Os micro-autoritarismos sub-estatais
Os actores do sindicato dos políticos profissionais
As democráticas personalizações do poder
Neste regime de pequenos feudalismos
Do campanário à sociedade de casino
Contra os imposteiros e os impostados
Eles prostituíram a palavra e profanaram os símbolos
Sobre o nosso desassossego político
Da terceiromundização universitária
O estilo decretino das ciências ocultas
As teias do doméstico e o impossível golpe de Estado
Os cemitérios estão cheios de insubstituíveis
A moral, a economia e a política
Jus imperii e companhias majestáticas
Manifesto
Falta ainda muita viagem por cumprir
O segredo daqueles silêncios cheios de força
Dentro da pátria, em pleno exílio
Fingindo que é verdade aquilo que na verdade sou
O paradoxo de me classificar ideologicamente
Contra os colectivismos morais
Os que confundem o nome com a coisa nomeada
É por dentro das coisas que as coisas realmente são...
Do tempo
Dos meus mestres
Estóicos
Cícero, o inventor do conceito de povo, nasceu há dois mil e cem anos...
Descartes, Erasmo, Montaigne e Kant Unamuno
Cartesianas reflexões contra quem não tem dúvidas e raramente se engana
Viva Rousseau! Viva Espinosa! Viva Kant!
Camus
Leo Strauss Arendt Agostinho
Unamuno
Agostinho da Silva
Da tristeza
A culpa está em termos os governantes, os deputados e os magistrados que merecemosCom saudades do "conventus publicus vicinorum"
Neste portugalório de minúsculas
Filosofia de gente qualquer, num simples café da manhã, em plena cidade
Da ociosidade
Da mentira
Da cobardia
Do medo
Do filosofar
Da imaginação
Do pedantismo
Da educação
ciência universidade mestre alma verdade razão
Com que direito pretendem canalizar a inteligência, dar diplomas ao Espírito?
Eu, usurpador de título científico, me confesso
Da amizade
Da moderação
Da solidão
Neste mundo de homens lúcidos, prefiro manter a lucidez de me saber ingénuo...
Parabéns aos homens de sucesso!
Porque temos o nós dentro do eu, importa esquecer que também a solidão vive dentro de nós
Da desigualdade
Da incerteza
Da idade
Amanhã
Da consciência
Do mérito
Do amor
Do situacionismo
Os caminhos da nossa servidão voluntária
O prémio da comitiva é a comenda
A propaganda que não parece propaganda
Um Portugal quase serventuário
Nesta democratura controlada pela partidocracia
Na véspera de mais umas eleições
Amanhã, a manhã ainda não será manhã
Do pensamento único à lisboetização da pátria
Os velhacos, os bandalhos e a ignorância não douta
Manual do situacionismo de sucesso
Um absolutismo iluminado pelo oculto
Por favor, onde fica o exílio?
Dos Partidos
Homo partidarius, homo sectarius e homo institutionalis
Do spoil system aos jobs for the boys
Dos chefezinhos que vamos tendo
Que mande quem paga e não quem rouba!
A necessária revolução do bom senso
Números, trapalhadas e embustes...
O que é comum não é de nenhum...
Bacalhau à Mouraria, é sempre prato do dia!
Tempos de espera, dias de véspera
A pilotagem automática desta governança sem governo
Um pequeno Brasil, mas sem favelas...
A canalha doirada e a falta de autenticidade
A casta banco-burocrática e os pescadores de águas turvas
Ter, ser, direita, esquerda, razão e emoção
Os que já não metem medo e perderam os horizontes
Quem tem boca não precisa de ir a Roma, insulta os romanos
O clero, a nobreza, os fidalgotes e a falta de povo
É preciso dizer que o rei vai nu
Esta coisa a que dão o nome de Estado
Ser formiguinha e casar a honra com a inteligência...
O regresso dos Medici, com Borgia nos meandros
Do patriotismo científico
Da nação
As nações são coisas que nascem, crescem e morrem
Contra a estadualização da ideia nacional
Da pequena pátria
A nossa democracia não nasceu nas cidades...
Do povoamento
De como apagar incêndios com a filosofia deste símbolo chamuscado, mas permanecente
Do Abraço armilar
Do Brasil
Na principal potência metafísica da Terra, com um abraço armilar
De África
Da Europa
Da identidade
Republicano e monárquico, me confesso, neste sonho azul e branco
Ser liberal
Do direito da razão
Da religação
Maçonaria Liturgia
Breve contributo para a necessária limpeza das memórias
Contra algumas más interpretações retroactivas do anticlericalismo e do laicismo
Contra os preconceitos de esquerda e os fantasmas de direita
Ainda Gomes Freire, em dia de todos os santos, incluindo os mártires da pátria...
Todas as liturgias são ridículas fora dos templos em que se dá a comunhão e a religação
Reflexões heréticas em noites de olhar as estrelas com os pés nas pedras do caminho
O trono e o altar...entre os desvarios da espada e os devaneios do báculo, com micro na esquerda
Fátima
Lúcia de Jesus dos Santos, Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado
Papa
Dias que há todos os anos
Pelos meus filhos e os meus alunos de hoje, continuo do contra, mas com saudades do futuro...
Depoimentos na Rádio e jornais
15 de Junho de 2005 (As ideologias passam, as culturas ficam! Testemunho de um anticomunista assumido)
28 de Setembro de 2005 (Levantai, hoje, de novo, o esplendor de Portugal! )
9 de Outubro de 2005 (Não vemos um boi à frente dos olhos... )
27 de Outubro de 2005 (Democracia, sondajocracia, presidenciais e fuga de cérebros. O de como a avenida da liberdade passa a ser dos aliados )
17 de Janeiro de 2006 (E pátria não é apenas a ideologia que justifica ou a utopia que subverte)
15 de Abril de 2006 (Algumas refexões sobre a actual disfunção parlamentar)
24 de Junho 2006 (Os jogos florais da reforma do sistema político e da alteração da lei eleitoral... )
2 de Julho de 2006 (Viva Portugal! Dos Magriços aos Labrecas....)
24 de Outubro de 2006 (Inovar não é reformar... )
19 de Dezembro de 2006 (Os meus votos de Bom Natal, nestas vésperas de solstício, em plena guerra que não é formalmente guerra)
31 de Janeiro 2007 (Conservadores, reaccionários, contra-revolucionários e o 31 de Janeiro de 1891, por um republicano monárquico, sem rei nem república...)
22 de Fevereiro 2007 (A Dona Maria da Cunha, prima da Senhora Dona Política e do Senhor Amor Próprio)
2 de Março 2007 (Contra os excessos de identitário, que tal o gesto do Zé Povinho? )
19 de Abril 2007 (Polícias de ideias, nunca mais! )
23 de Abril 2007 (Hoje, um professor universitário, se se assumir como funcionário da comunidade)
14 de Agosto de 2007 (Continuando meus exercícios de guerrilheiro da palavra, contra os sacristães do pensamento único)
2 de Outubro de 2007 (A sociedade não é senão o complexo dos grupos que a compõem )
9 de Novembrode 2007 (As limitações ao Estado Providência)
22 de Novembro de 2007 (O poder político e as manifestações dos trabalhadores)
20 de Dezembro 2007 (Entre os berardos e os jardins da nossa aldeia )
Entrevistas
13 de Abril de 2005 (Os que agora elogiam o Governo vão criticá-lo sem piedade)
18 de Julho de 2006 (Há elites em Portugal?)
5 de Dezembro de 2006 (Este regime de coabitação entre Sócrates e Cavaco)
28 de Dezembro de 2006 (Entre receios e desejos para o ano que vem )
17 de Julho 2007 (A nossa democracia não tem culpa de tão maus serviçais que vai tendo)
27 de Novembro 2007 (Pela portugalização liberal das Espanhas! )
19 de Dezembro de 2007 (As funções do Estado)

Última revisão:19-03-2009
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