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  Ciclos Políticos 1837-1841


 

1837

Sá da Bandeira (208 dias)

Oliveira (71)

Sá da Bandeira (617)

1838

                                                                                7ª G1838

1839

 

Sabrosa (223 dias)

 

1840

Bonfim (161 dias)

G1840

Aguiar (244 dias)

1841

   

 

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1837

Do triunvirato revolucionário à revolta dos marechais

Das classes trabalhadorasà doutrinária Voz do Profeta

Honório Barreto na Guiné

Introdução da maçonaria irlandesa (19 de Setembro)

Arquivo antigo do anuário CEPP

Governo de António Dias de Oliveira ( 1 de Junho de 1837)

Governo nº 11 Sá da Bandeira (208 dias, desde 4 de Novembro de 1836)

Abertura das Cortes Constituintes (2 de Janeiro de 1837)

Herculano publica A Voz do Profeta (Fevereiro)

Conspiração das Marnotas de cariz miguelista (13 a 15 de Março)

Câmara vota contra proposta governamental, emergindo uma maioria de ordeiros e de dissidentes, com Costa Cabral a insurgir-se contra Passos Manuel (10 de Maio)

Vieira de Castro abandona o governo (27 de Maio de 1837)

Criada a Junta do Crédito Público

Revolta dos Marechais. Começo de nova guerra civil. Desencadeada em Vila da Barca pelo Barão de Leiria (12 de Julho de 1837)

Governo nº13  Sá da Bandeira (617 dias, desde 10 de Agosto)

Continua a Revolta dos Marechais, até 7 de Outubro (Convenção de Chaves)

Acção de Chão da Feira (28 de Agosto)

Combate de Ruivães (18 de Setembro).

Convenção de Chaves. Saldanha, Palmela , Silva Carvalho e Luís Mouzinho de Albuquerque vão para o exílio (7 de Outubro)

Sá da Bandeira assume efectivamente a chefia do governo(14 de Outubro)

Eleições (20 de Novembro de 1837)

 

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1838

Moderação constitucional, ordeiros e revoltas radicais

( Arquivo antigo do anuário CEPP

Revoltas radicais de 4, 7 e 9 de Março

Nova revolta em 13 de Março

Revolta do Corpo de Deus (14 de Junho)

Fuzilamento do Remexido (2 de Agosto)

Silva Carvalho regressa a Lisboa (Fevereiro de 1838)

Revoltas radicais desencadeadas pelo Batalhão do Arsenal e por parte da Guarda Nacional, exigindo um governo puro. Apoiada por Soares Caldeira, administrador-geral de Lisboa e director da Guarda Nacional (4, 9 e 13 de Março de 1838)Costa Cabral é nomeado administrador-geral de Lisboa. Tem como programa reprimir a anarquia (7 de Março de 1838)

Ricardo França é demitido de inspector do Arsenal (9 de Março)

Nova revolta radical (9 de Março de 1838)

Terceira revolta radical. Sediciosos são esmagados no Rossio (13 de Março de 1838)

Jurada a nova constituição e amnistiados os implicados na revolta dos marechais (4 de Abril de 1838)

Tumultos do Corpo de Deus. Sá da Bandeira e Silva Carvalho são atacados pelos revoltosos (14 de Junho de 1838)

Prisão do Remexido (28 de Julho de 1838)

Fuzilamento do Remexido (2 de Agosto de 1838)

Eleições (12 de Agosto e 12 de Setembro de 1838)

Aprovada nova Constituição em 4 de Abril

    Eleição nº 7 (12 Agosto e 12 Setembro)

Vitória da Associação Eleitoral do Centro apoiada por Sá da Bandeira (aliança de setembristas moderados com ex-cartistas, base dos futuros ordeiros). Passos Manuel e Vieira de Castro apoiam a Associação Eleitoral Pública e os radicais a Associação Cívica. Rodrigo da Fonseca apoia governo.

Grupos pol íticos

 

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1839

Do último governo setembrista (Sabrosa) ao ministério da transição ( Bonfim)

Liberalismo, sociologia e comunismo

O situacionismo centrista à procura da mediocracia

Arquivo antigo do anuário CEPP

Vieira de Castro e Passos Manuel criticam o governo, por este apoiar a amnistia. Surge, assim, uma cisão entre o partido do nove de Setembro de 1836 e o partido do quatro de Abril de 1838  (Fevereiro de 1839)

Governo do Barão de Sabrosa, considerado o último gabinete setembrista (18 de Abril de 1839)

Governo do Conde de Bonfim, com Rodrigo da Fonseca e Costa Cabral. O chamado ministério da transição ( 26 de Novembro de 1839)

 Gov. nº 13

Conflito com Roma

Governo nº 14 Sabrosa (desde 18 de Abril, 223 dias). O último gabinete setembrista.

Conflito com os britânicos

Surge o jornal miguelista Portugal Velho

Manuel Gonçalves Miranda eleito Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (posse em 21 de Novembro)

Governo nº15 Bonfim (161 dias, desde 26 de Novembro) Ministério ordeiro, já com Costa Cabral e Rodrigo da Fonseca.

 

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1840

Entre o governo dos ordeiros e as revoltas radicais

  Continua a procura do juste milieu

Liberalismo oligárquico e anarquismo

Arquivo antigo do anuário CEPP

Eleições (22 de Março de 1840)

Tumulto radical em Lisboa, na Estrela (11 de Agosto de 1840)

Nova revolta radical em Lisboa (26 de Agosto de 1840)

Revolta radical em Castelo Branco e Marvão (27 de Agosto de 1840)

Conflito diplomático com a Espanha (Novembro de 1840)

Francisco António de Campos toma posse como grão-mestre da Maçonaria do Sul (19 de Janeiro).

Discurso do Porto de Pireu, de Almeida Garrett (8 de Fevereiro).

  Eleição nº 8 (22 de Março). Para a Câmara dos deputados e o Senado. Vitória dos ordeiros.

novos grupos políticos.

Pressão britânica e conflito com Espanha, ou um país quase em armas

Revoltas radicais de 11 e 26 de Agosto

Revolta de Miguel Augusto (27 de Agosto)

 

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1841

Aguiar, ou o reforço dos ordeiros

Silvestre volta do exílio, por onde peregrina José da Gama e Castro

Guerra do ópio e nacionalismo económico

Arquivo antigo do anuário CEPP

Conflito entre Rodrigo da Fonseca e Costa Cabral (Janeiro de 1841)

Manuel Gonçalves de Miranda na pasta da fazenda (28 de Janeiro de 1841)

Morte de M. G. Miranda. Costa Cabral sucede-lhe como Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano, vencendo a candidatura de Rodrigo da Fonseca (5 de Abril de 1841)

Governo de Joaquim António de Aguiar (Junho de 1841)

Pronunciamento do Porto (27 de Janeiro de 1842)

Conflito no GOL, depois da morte de Manuel Gonçalves de Miranda (5 de Abril). António Bernardo da Costa Cabral é eleito grão-mestre, vencendo a candidatura de Rodrigo da Fonseca (26 de Abril).

Reatadas as relações com Roma (10 de Maio)

Novíssima Reforma Judiciária (21 de Maio).

Governo nº 16 Joaquim António de Aguiar (244 dias, desde 9 de Junho). Costa Cabral, ministro

Silva Carvalho instala a maçonaria escocesa (27 de Dezembro)

  Divisões da maçonaria

    
  1820-1825 1826-1832 1833-1836 1837-1841 1842-1851
1851-1865 1865-1867 1868-1876

1877-1879

1880-1886

1887-1900
1901-1906 1907-1910 1910-1915 1916-1918 1919-1926 1927-1931
1932-1944 1945-1950 1951-1957 1958-1960 1961-1973 1974-

 

Projecto CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: 31-03-2009