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Vintismo
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Revolução liberal e eleição das Cortes Gerais
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Fim da Inquisição, Cortes Constituintes e regresso do rei
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Independência do Brasil, constituição, eleições e morte de Fernandes Tomás
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Vilafrancada e regresso ao Portugal Velho, já sem Brasil, mas com Banco de Lisboa
Luís XVIII anuncia a invasão de Espanha (28 de Janeiro) Revolta do conde de Amarante em Trás os Montes (23 de Fevereiro) Luís do Rego derrota Amarante (27 de Março) Exército de Angoulême começa a invasão de Espanha (6 de Abril) Fernando VII é reposto no trono (23 de Maio) Começo da Vilafrancada (27 de Maio) Primeira proclamação de D. João VI em Lisboa, redigida por Mouzinho(31 de Maio) Última reunião das Cortes vintistas (2 de Junho) Rei regressa a Lisboa (5 de Junho) Criada comissão para a reforma da lei fundamental (18 de Junho) Proibição das sociedades secretas (20 de Junho) Conde de Amarante regressa a Lisboa (24 de Junho) Chegada de Hyde Neuville (10 de Agosto) Criada junta expurgatória na Universidade (5 de Dezembro)
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Ver Palmela | |
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Ao longo do ano, D. João IV tenta ganhar espaço, procurando um modelo representativo conciliável com o tradicionalismo, nomeadamente pela convocação das Cortes, mas a tal se opõe o directório europeu. é neste contexto que surge a Conferência da Santa Aliança em Paris sobre Portugal, com representantes da França, Áustria, Rússia, Prússia e Espanha, assumindo posição contrária à convocação das cortes tradicionais em Portugal.
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Leite de Barros no governo (19 de Março)
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O regime joanino resiste e transige: o governo de Lacerda/ Barros
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